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Parecer da PGR é "demolidor" e uma "derrota dos argumentos do sindicato"

André Matias de Almeida, porta-voz da ANTRAM, reforçou, esta sexta-feira, que "nunca ficou mal a nenhum sindicato (...) dar um passo atrás, reconhecer o erro que cometeu e voltar à mesa das negociações”.

Parecer da PGR é "demolidor" e uma "derrota dos argumentos do sindicato"

“O conteúdo do parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) é avassalador para todos os argumentos que foram até hoje elencados pelo sindicato". Foi desta forma que André Matias de Almeida, porta-voz da ANTRAM, reagiu ao documento que refere que os serviços mínimos decretados para a eventual greve dos motoristas de matérias perigosas "podem e devem ser mais extensos" e, que caso não sejam cumpridos, o Governo pode avançar com a requisição civil.

"Recordo que a ANTRAM defende, desde a primeira hora, a requisição civil preventiva face àquilo que estava declarado em ata e, por outro lado, defende a má-fé deste sindicato no processo negocial que leva o país a estar em suspenso neste momento”, referiu ainda na antena da RTP3.

“Devo dizer que este parecer da Procuradoria Geral da Repúblicaórgão independente a todo este conflito – é demolidor e representa uma derrota em toda a linha dos argumentos deste sindicato”, reiterou, acrescentando que “neste conflito, que é o maior das últimas décadas em Portugal do ponto de vista laboral, não há vencedores nem vencidos. Aquilo que se passa hoje em Portugal é que todos perderam e todos perdem diariamente e, portanto, nunca ficou mal a nenhum sindicato (...) dar um passo atrás, reconhecer o erro que cometeu e voltar à mesa das negociações”.

“O Sindicato das Matérias Perigosas (SNMMP) e o SIMM não estarão na mesa das negociações da ANTRAM depois deste parecer da PGR a olhar de baixo para cima. Olharão olhos nos olhos com a ANTRAM. Mas o que não aceitaremos jamais - como nunca aceitamos - é de que negociaremos daqui para a frente com uma espada sobre a cabeça. Esta greve é uma greve aos portugueses”, concluiu.

De lembrar que é já a partir das 23h59 desta sexta-feira que o Governo vai decretar a crise energética, durante a qual deverão estar em vigor os serviços mínimos decretados previamente, bem como o racionamento do combustível disponível. A crise energética deverá manter-se até ao dia 21 de agosto

Com efeito, será ativada a Rede de Emergência de Postos de Abastecimento (REPA), que prevê que 340 postos de abastecimento estejam disponíveis para a população em geral e 54 para os veículos prioritários, como sejam ambulâncias e carros de bombeiros. 

Recorde-se inclusive que durante o período em que a crise energética estiver em vigor, o consumidor poderá apenas abastecer um máximo de 15 litros de combustível nas redes REPA.

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