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Nuno Melo usa Venezuela para atacar PCP e BE, "defensores de ditaduras"

O cabeça de lista do CDS-PP às europeias, Nuno Melo, usou hoje a Venezuela como argumento de campanha, pedindo aos eleitores que se lembrem que PCP e BE apoiam Nicolás Maduro e "defendem ditaduras".

Nuno Melo usa Venezuela para atacar PCP e BE, "defensores de ditaduras"
Notícias ao Minuto

16:48 - 11/02/19 por Lusa

Política Europeias

Nuno Melo foi um dos oradores de uma conferência, em Lisboa, com dois dirigentes oposicionistas venezuelanos, Ysrrael Camero, dirigente do partido Un Nuevo Tiempo (Um Novo Tempo), e Aldo de Santis, consultor de vários partidos da Assembleia Nacional, presidida por Juan Gaidó.

O eurodeputado e de novo cabeça de lista às europeias de 26 de maio fez um duro ataque ao continuado apoio de comunistas e bloquistas ao governo de Nicolás Maduro, partidos que definiu "geneticamente a favor do pensamento único" e que, nos anos da revolução portuguesa, em 1974 e 1975, "quiseram para Portugal o que é hoje a Venezuela".

No momento de votar, Nuno Melo prometeu não esquecer essa questão e pediu aos eleitores que também não a esqueçam, tanto nas europeias de maio como nas legislativas.

"Quando votarem", e se optarem pelos comunistas ou bloquistas, os eleitores "saberão que estão a votar, que estão a defender ditaduras", disse, na conferência organizada pelo Instituto Democracia e Liberdade, do CDS-PP, que foi encerrado por Assunção Cristas, presidente do partido.

Para o eurodeputado centrista, a defesa de Juan Gaidó, o autoproclamado presidente interino da Venezuela, e de eleições livres e o afastamento do presidente Nicolas Maduro, "não é uma questão de direita ou esquerda", mas sim uma questão "de decência", de escolher entre "a ditadura e a democracia".

Nuno Melo afirmou que a situação na Venezuela é típica de um país de comunismo, onde "o resultado foi sempre este", a opressão, presos políticos, um "povo à mingua" onde "faltam medicamentos", as "pessoas comem dos caixotes de lixos" e há opositores mortos, "atirados do terraço da sede da polícia secreta bolivariana".

A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando o líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou Presidente da República interino e declarou que assumia os poderes executivos de Nicolás Maduro.

Guaidó, 35 anos, contou de imediato com o apoio dos Estados Unidos e prometeu formar um governo de transição e organizar eleições livres.

Nicolás Maduro, 56 anos, no poder desde 2013, recusou o desafio de Guaidó e denunciou a iniciativa do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.

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