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Marcelo expressará a "voz moderada" de Portugal junto de Trump

O CDS-PP encara positivamente o encontro entre o Presidente da República e do presidente norte-americano, Donald Trump, considerando que Marcelo leva à Casa Branca a "voz moderada" e "posição construtiva" de Portugal.

Marcelo expressará a "voz moderada" de Portugal junto de Trump
Notícias ao Minuto

11:42 - 24/06/18 por Lusa

Política CDS

"No contexto das várias polémicas que atingem neste momento o mundo, das várias divergências, das várias crises que temos tido e que nos incutem alguma preocupação, em que a própria posição da administração norte-americana incute alguma preocupação - e temos tido no parlamento expressão disso mesmo -, acho que a posição do Presidente português, sendo uma voz amiga e de um país aliado, poderá ser uma voz importante", defendeu Telmo Correia.

O dirigente e deputado centrista, que acompanhou recentemente Marcelo Rebelo de Sousa aos Estados Unidos, salienta que "Portugal tem sido um país coerente e solidário com a posição europeia" em diversas matérias, como as questões comerciais, "mas é um país com uma voz moderada, com uma posição construtiva".

"Como recentemente o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa disse quando esteve nos Estados Unidos, no parlamento do Massachusetts, nós somos sempre um país que servirá para unir e não para dividir, para construir a paz e não para acentuar divisões, e para defender valores de direitos humanos e de respeito, e também por isso secretário-geral das Nações Unidas é um português", sustentou.

É com uma "expectativa naturalmente positiva" que os centristas seguem a visita a Washington do Presidente da República na próxima terça e quarta-feira para encerrar o Mês de Portugal nos Estados Unidos e para um encontro com o líder norte-americano, Donald Trump.

"É positivo que se mantenha esse contacto, que se mantenha essa relação, para mais num país enorme, onde a comunidade portuguesa é tão grande, tão forte, tem hoje tantos eleitos portugueses e lusodescendentes que participam na vida política americana, e é um comunidade tão assumidamente com gosto de ser portuguesa", salientou Telmo Correia.

O deputado do CDS sublinhou que "os EUA são não só uma das maiores e mais antigas democracias do mundo e, simultaneamente, um dos nossos aliados mais antigos. Bastará lembrar que Portugal foi o primeiro país neutro a reconhecer a independência dos EUA e vem daí a amizade entre os dois países".

Esta é a segunda deslocação, este mês, de Marcelo aos Estados Unidos, depois de ter assinalado, com o primeiro-ministro, António Costa, o Dia de Portugal, dias 10 e 11 de junho, junto dos emigrantes portugueses e lusodescendentes em Boston e New Bredford, Massachusetts, e Providence, Rhode Island.

No início do mês, numa conferência sobre as relações luso-americanas, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa qualificou a presença institucional portuguesa nos Estados Unidos da América em junho como "um ato de diplomacia pública", salientando que, após as comemorações do Dia de Portugal, na costa leste, o primeiro-ministro faria um périplo por várias cidades norte-americanas, que está a acontecer estes dias.

O mês de Portugal nos Estados Unidos tem previstas, desde o início de junho, mais de 130 ações em 60 cidades norte-americanas, incluindo a deslocação de Marcelo a Boston, enquanto o primeiro-ministro, António Costa, faz uma deslocação mais prolongada, até sábado, dia 16, que o levará também à Califórnia.

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