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O nazismo também chegou aos EUA. Imagens descobertas são uma "granada"

As imagens não foram editadas para que as pessoas pudessem ver o que aconteceu, tal como se estivessem a assistir à reunião.

O nazismo também chegou aos EUA. Imagens descobertas são uma "granada"
Notícias ao Minuto

09:36 - 11/10/17 por Patrícia Martins Carvalho

Mundo Documentário

Estávamos em 1939 e a Segunda Guerra Mundial estava prestes a começar. Adolf Hitler, com a sua obsessão pela superioridade ariana, já se havia tornado há muito uma ameaça perigosa e todos os principais líderes mundiais sabiam disso.

Todavia, e apesar de o saberem, preferiram fechar os olhos a algumas invasões levadas a cabo pela Alemanha nazi, esperando que uma atrás da outra fossem suficientes para conter a ambição hitleriana.

Mas estava todos redondamente enganados e, durante seis anos, a Europa foi palco de um dos maiores conflitos da sua História.

No entanto, em 1939 esta realidade estava longe de ser imaginada e, ao contrário do que se pudesse esperar, até nos Estados Unidos da América Adolf Hitler reunia milhares de seguidores e admiradores.

As imagens que hoje lhe mostramos foram descobertas pelo realizador de documentários Marshall Curry quando este consultava arquivos históricos. Vistas as imagens, o profissional que já esteve nomeado para um Óscar, uniu-se à Field of Vision para criar um documentário - 'A Night at the Garden' (Uma Noite no Jardim, em português) que, mais do que espelhar a realidade de um facto ocorrido em 1939, tem como objetivo servir de “conto de cautela” num século XXI em que os nacionalismos começam a exacerbar-se novamente.

“A primeira coisa que me impressionou foi o facto de um evento como aquele se poder ter realizado no coração de Nova Iorque”, disse Marshall Curry ao portal The Atlantic, acrescentando que ver as imagens foi como se estivesse a ver um episódio de ‘Twilight Zone’”.

Quanto à filmagem, que mostra 20 mil nazis norte-americanos reunidos a fazer a saudação nazi e a aplaudir os ideais arianos, Marshall Curry descreve-a como “poderosa”, explicando que não editou as imagens porque quer ser “mais provocativo do que didático”.

“Uma pequena granada histórica atirada para a discussão que estamos a ter atualmente sobre a supremacia branca”, concluiu.

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