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Assédio sexual afeta jovens da mesma forma. Mas há uma diferença

Nunca se falou tanto de assédio sexual como se fala desde que rebentou o escândalo em Hollywood.

Assédio sexual afeta jovens da mesma forma. Mas há uma diferença
Notícias ao Minuto

22:03 - 13/11/17 por Daniela Costa Teixeira

Lifestyle Estudo

Homens que assediam homens, homens que assediam mulheres, mulheres que assediam mulheres, mulheres que assediam homens. O assédio sexual não escolhe género, idade, momento ou posição social.

O assédio sexual, muitas vezes de forma verbal, é uma constante nos dias de hoje e o impacto na pessoa assediada é maior do que alguma vez imaginado. Mas reagem eles e elas da mesma forma? Sim... mas com uma ligeira diferença.

Apesar de o assédio ser altamente negativo numa pessoa, é quando esta ainda é adolescente que se dá a fase mais crítica em ambos os géneros. Tanto os rapazes como as raparigas tendem a assediar, mas também a ficarem afetados quando são alvo de assédio. Mas, na verdade é que são elas quem mais sofrem impactos psicológicos.

Estas são as conclusões de um recente estudo realizado junto de três mil estudantes e que teve por base a análise do assédio não físico entre pares. A investigação foi publicada na revista científica International Journal ou Public Health.

De acordo com o estudo, que olhou para o assédio entre colegas de escola da mesma idade, conta o site Bustle, 62% dos inquiridos confessou que o assédio sexual não físico é desagradável e ofensivo, contudo, mesmo com níveis idênticos de assédio entre géneros, foram elas que mais relataram episódios de 'olhares sexuais desagradáveis'.

Mas se o assédio afeta negativamente tanto os rapazes como as raparigas, porque é que elas dizem sofrer mais com este tipo de situações? A resposta, dizem os cientistas, devem-se ao facto de as raparigas terem uma ligação mais direta com estados de baixa autoestima, o que faz com que o impacto seja ainda mais notório do que com os rapazes. Fatores como ser imigrante, ter pais divorciados ou não ser heterossexual agravam o estado das raparigas, mas não dos rapazes alvo de assédio.

Apesar de o estudo se ter centrado numa faixa etária específica - e conhecida pelas oscilações de temperamento -, a verdade é que os resultados podem bem espelhar a realidade da vida adulta.

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