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Terrenos da antiga Lisnave com "muitas manifestações de interesse"

A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, destacou hoje a importância para o concelho do projeto de requalificação dos terrenos da antiga Lisnave, na Margueira, salientando que há muitos investidores interessados.

Terrenos da antiga Lisnave com "muitas manifestações de interesse"
Notícias ao Minuto

17:02 - 12/06/18 por Lusa

Economia Câmara de Almada

Em declarações à Lusa, Inês de Medeiros (PS) salientou ainda que, depois "do empenho claro do Governo" na resolução da questão da titularidade dos terrenos, está-se agora "na parte de contratar assessorias para o desenvolvimento do projeto", para depois se passar à fase da "venda dos terrenos para se começar a construir e a desenvolver aquela zona".

"Há muitas manifestações de interesse e eu tenho sido testemunha disso mesmo. Houve, há uns anos, uma avaliação, agora há uma reavaliação em curso e vai ser neste concurso, que foi lançado para assessorias e desenvolvimento de projeto, que penso que tudo isso vai ficar incluído e vai ser pensado", disse.

A autarca exemplificou que irá em breve à Coreia "porque há uma série de investidores coreanos que gostariam de conhecer o projeto da Margueira".

"Há muitas manifestações de interesse. Têm é de se estabelecer as regras do concurso internacional e o caderno de encargos e é isso que se está a fazer", salientou.

Inês de Medeiros realçou "a importância estratégica deste projeto", que "vai criar uma nova centralidade em Almada", a ser feito em "terrenos que têm uma carga emocional muito grande para o passado de Almada", depois "de longos anos de impasse".

"Além da questão do valor é preciso também garantir a qualidade do projeto e a viabilidade do próprio projeto", acrescentou, salientando que estas questões são muito importantes para a Câmara.

Em setembro último, o Governo aprovou a desafetação do domínio público hídrico e integração no domínio privado do Estado de uma parcela de terreno pertencente aos denominados terrenos da Margueira, concessionando duas parcelas do domínio público à Baía do Tejo, S.A, empresa do universo Parpública (empresas detidas pelo Estado), correspondentes à Doca 13 e à marina de recreio.

Segundo a autarquia, a decisão do Governo "abre as portas à execução do projeto de requalificação urbanística consubstanciado no Plano de Urbanização de Almada Nascente-Cidade da Água" e potencia "as excecionais condições oferecidas por aquele território para o desenvolvimento económico e social, em função da sua privilegiada localização na Área Metropolitana de Lisboa e no maior Estuário da Europa".

A autarquia destacou ainda que o projeto da Margueira será um primeiro passo para reabilitar todo o Arco Ribeirinho Sul.

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