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Do amarelo aos 'queixinhas' à decisão final: As 6 regras do vídeo-árbitro

Federação Portuguesa de Futebol recordou os princípios para a utilização da tecnologia.

Do amarelo aos 'queixinhas' à decisão final: As 6 regras do vídeo-árbitro
Notícias ao Minuto

15:22 - 01/08/17 por Carlos Pereira Fernandes

Desporto FPF

O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol sublinhou, esta terça-feira, aquelas que são as seis principais regras da utilização do vídeo-árbitro.

Na página de Twitter ‘Projeto’, criada para a “partilha de informação sobre o projeto vídeo-árbitro”, o CA recordou que “jogadores e equipas técnicas não podem rodear o árbitro principal para influenciar revisão das imagens de um incidente ou contestar”.

Caso essa regra não seja respeitada, o “jogador que faça um ‘sinal de revisão’ será disciplinado com um cartão amarelo”.

Além disso, o organismo sublinha que “não existe tempo máximo para rever imagens de um incidente. O rigor é mais importante do que a rapidez, indica o International Board”.

“Independentemente do conselho do vídeo-árbitro, a decisão final será sempre tomada pelo árbitro principal”, uma vez que a função do primeiro passa por “aconselhar” o segundo, “e não tomar decisões”.

A ‘palestra’ termina com o CA a assinalar que o “recurso ao vídeo-árbitro só [serve] para corrigir erros claros ou situações decisivas que tenham passado despercebidas à equipa de arbitragem”.

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