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Cooperação entre China e Rússia atinge nível "sem precedentes"

A cooperação entre a Rússia e a China atingiu o nível "mais alto de sempre", disse hoje o líder russo, Vladmir Putin, ao seu homólogo chinês, Xi Jinping, durante uma visita oficial à China.

Cooperação entre China e Rússia atinge nível "sem precedentes"
Notícias ao Minuto

10:43 - 08/06/18 por Lusa

Economia Vladimir Putin

"A cooperação com a China é uma das maiores prioridades da Rússia e atingiu um nível sem precedentes", afirmou Putin, que participará na China numa cimeira com mais seis Estados asiáticos.

A Rússia e a China têm reagido à estratégia de segurança nacional norte-americana, que classifica os dois países como os principais rivais dos EUA, com o compromisso de reforçarem a sua cooperação económica, política e militar.

Os dois países têm também tentado reforçar a Organização de Cooperação de Xangai, grupo que reúne este fim-de-semana e conta com vários países da eurásia, e é dedicado a questões de segurança, economia e política.

A visita de Putin à China ocorre um mês depois de este ser reeleito para um sexto mandato. Putin reuniu com Xi por 25 vezes já, cindo das quais só no ano passado.

Depois de ser recebido no Grande Palácio do Povo, o parlamento chinês, com guarda de honra, salvas de canhão e o hino dos dois países tocado por uma banda militar, Putin reuniu com o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

O líder russo afirmou que os laços comerciais e económicos entre a Rússia e a China "evoluem a bom ritmo e que nós estamos à procura de novas esferas de cooperação".

Li afirmou que o comércio bilateral deve atingir este ano 100 mil milhões de dólares (84 mil milhões de euros) e mostrou estar aberto a expandir a cooperação em setores tradicionais e novos, incluindo na energia nuclear.

O comércio entre China e Rússia fixou-se, em 2017, em 90 mil milhões de dólares (76 mil milhões de euros).

Moscovo depende cada vez mais do comércio e investimento chineses, após uma vaga de sanções impostas pelos países ocidentais atingir o seu setor energético e indústrias militares e limitar o acesso do país aos mercados financeiros mundiais.

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