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Tancos: António Costa diz que relatório poderá ser "fabricado"

O primeiro-ministro, António Costa, reiterou esta noite desconhecer o relatório noticiado pelo Expresso sobre o furto de armas em Tancos, sublinhando que o documento não pertence a "nenhum organismo oficial" do Estado.

Tancos: António Costa diz que relatório poderá ser "fabricado"
Notícias ao Minuto

20:49 - 23/09/17 por Lusa com Notícias ao Minuto

País António Costa

"Não sei a que documento se refere o jornal. Sei que não é de nenhum organismo oficial do Estado português", disse António Costa, em declarações à RTP em Almancil, no concelho de Loulé, à margem de uma iniciativa de apoio aos candidatos locais nas autárquicas de outubro.

António Costa sublinhou que o Estado-Maior-General das Forças Armadas já "desmentiu a autenticidade desse documento", tal como o secretário-geral dos Serviços de Informações.

Para o líder do executivo do PS, sai fragilizada a "credibilidade da informação" e dos que "comentam notícias sem verificar a veracidade dos documentos", aludindo ao presidente do PSD, Pedro Passos Coelho.

"Acho absolutamente lamentável que [Passos Coelho] tenha feito comentários com base numa notícia sem primeiro sequer confirmar se esse documento era autêntico", sublinhou António Costa.

E concretizou: "Receio muito que estejamos a falar sobre algo fabricado e não sobre um documento autêntico. Um documento autêntico já sabemos que não é".

O primeiro-ministro fazia referência à notícia este sábado avançada pelo Expresso que dá conta da existência de um relatório sobre o roubo de armas nos paióis de Tancos, onde são dirigidas críticas a "ministro e militares". O parecer, escreve o semanário, terá sido redigido por "serviços de informações militares".

Em comunicado enviado às redações, o Estado-Maior General das Forças Armadas esclarece que o Centro de Informações e Segurança Militar (CISMIL) "não produziu qualquer relatório sobre o assunto".

Em reação, o semanário esclarece que nunca escreveu que o documento fosse da autoria daquele órgão das Forças Armadas, atribuindo-o, antes, a “serviços de informações militares”. Sublinha, no entanto, que "o documento existe e é verdadeiro".

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