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Lucro da Jerónimo Martins sobe 3,5% até setembro para 302 ME

O lucro da Jerónimo Martins subiu 3,5% até setembro, face a igual período de 2018, para 302 milhões de euros, anunciou hoje a dona dos supermercados Pingo Doce.

Lucro da Jerónimo Martins sobe 3,5% até setembro para 302 ME

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Jerónimo Martins adianta que as receitas consolidadas subiram 6,7% para 13.662 milhões de euros, no período em análise.

Já o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) cresceu 6,7% para 757 milhões de euros.

"O acumulado dos três trimestres evidencia a notável capacidade das insígnias do Grupo crescerem consistentemente acima dos mercados onde operam", refere o presidente e o administrador-delegado, Pedro Soares dos Santos, citado em comunicado.

"A centralidade conferida aos nossos consumidores e a prioridade dada às vendas, sem descurar a eficiência dos modelos de negócio, são os denominadores comuns e os motores do desempenho das nossas companhias", adianta.

"Na Colômbia, uma estratégia mais assertiva de sortido e de preço estimulou o crescimento acentuado das vendas e deu um contributo importante para a validação do potencial comercial do nosso portefólio de lojas. Com as nossas insígnias preparadas para aquele que é o último e mais relevante trimestre do ano, estamos convictos que entregaremos mais um bom ano de crescimento e rentabilidade", acrescenta.

As vendas da cadeia de supermercados polaca atingiram 9,2 mil milhões de euros, um crescimento de 8,3% em moeda local (+7,0% em euros) e a insígnia reforçou a sua quota de mercado. O crescimento LFL ['like-for-like', ou seja, vendas em lojas que operaram sob as mesmas condições no período em análise] foi de 5,1%, já reflectindo o impacto de menos 10 dias de vendas no âmbito da regulamentação que impede as lojas de abrirem aos domingos, refere a empresa.

Biedronka abriu 46 novas lojas e encerrou 14 (32 adições líquidas nos primeiros nove meses), terminando o período com um total de 2.932 localizações.

Por sua vez, na Hebe, cadeia polaca dedicada à saúde e beleza, as vendas cresceram 26,6% para 180 milhões de euros.

No período em análise, a Hebe abriu 26 lojas, terminando com um total de 255 localizações (incluindo 29 farmácias 'standalone').

O Pingo Doce registou um crescimento de vendas de 2,9% para 2,9 mil milhões de euros e o desempenho LFL (excluindo combustível) foi de 2,4%, adianta.

Até setembro, a cadeia de supermercados portuguesa abriu cinco novas lojas.

Já o Recheio aumentou as vendas em 2,5% para 757 milhões de euros.

A cadeia de supermercados colombiana Ara registou um aumento de 34,8% das vendas em moeda local (+27,6% em euros), para 560 milhões de euros.

Nos primeiros nove meses do ano, a Ara abriu 46 novas localizações, terminando o período com 578 lojas.

A distribuição em Portugal gerou um EBITDA de 189 milhões de euros.

"A Ara e a Hebe geraram perdas ao nível do EBITDA de 56 milhões de euros, 91% das quais atribuíveis à Ara. Nos primeiros nove meses de 2018, as perdas comparáveis foram de 65 milhões de euros", adianta.

A Distribuição em Portugal gerou um EBITDA de 189 milhões de euros, com a respetiva margem a cifrar-se em 5,1%, acima dos 5,0% registados no mesmo período de 2018.

A Ara e a Hebe geraram perdas ao nível do EBITDA de 56 milhões de euros, 91% das quais atribuíveis à Ara. Nos primeiros nove meses de 2018, as perdas comparáveis foram de 65 milhões de euros.

O grupo mantém o 'guidance' anunciado em fevereiro, "com a ressalva de um ajuste introduzido no plano de investimento".

"Ao longo do ano temos dado prioridade ao acelerar do crescimento LFL da Ara enquanto factor decisivo para a densidade de vendas e variável crítica para assegurar a rentabilidade da cadeia", refere o grupo.

"O desempenho dos últimos trimestres confirma o acerto da estratégia que estamos a seguir e, de forma a garantir total foco na validação do potencial de vendas das lojas, reviu-se o calendário das aberturas, que, este ano, deverão cifrar-se em cerca de 110 novas localizações", acrescenta.

Nesse sentido, o investimento (capex) para este ano estima-se em 650 milhões de euros, uma redução face aos 700/750 milhões de euros anteriormente previstos.

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