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Rui Duarte arrasa arbitragem do Sp. Braga-FC Porto: "Não dava para mais"

A reação do treinador dos arsenalistas à derrota, por 0-1, na zona de entrevistas rápidas da Sport TV.

Rui Duarte arrasa arbitragem do Sp. Braga-FC Porto: "Não dava para mais"
Notícias ao Minuto

23:02 - 18/05/24 por Notícias ao Minuto

Desporto I Liga

Pódio desperdiçado na última ronda: "Não podemos apontar nada. Eles fizeram um esforço tremendo. Tenho muito orgulho nos homens que tenho, pela forma como se entregaram ao jogo, que ficou estragado aos 12 minutos por uma expulsão que não existe. O segundo amarelo [ao Victor Gómez] é ridículo. Tínhamos de nos agarrar às nossas oportunidades no jogo. Temos uma oportunidade perigosa do Ricardo Horta, já para não falar da forma como foi abalroado na primeira parte, na grande área, nem sei se o lance foi ao VAR ou não. O Matheus fez três ou quatro defesas que nos mantiveram agarrados ao jogo. Queríamos lutar pela vitória. Ficou essa imagem. Não conseguimos".

Abordagem perante a inferioridade numérica: "O Ricardo Horta, sem bola, ajudava-nos a defender com uma linha de cinco. Já com 11 era difícil defender, com 10 então… Ele fez um esforço tremendo, como toda a gente, mas obviamente que a fechar a linha e a defender acabou por ser diferente. Isto revela o espírito desta equipa. Mais uma vez, orgulho neles pelo que fizeram. Acho que o jogo merecia um desfecho final. Não quero ser castigado outra vez, mas acho que isto merecia outra forma de estar de conduzir este jogo. De 11 para 11 íamos ter uma resposta muito firme".

Palavras na sucessão de Artur Jorge: "Lutámos muito por este jogo, pelas possibilidades em conseguir chegar ao terceiro lugar. Ficámos até ao fim a lutar por esse objetivo. Fica um sentimento de frustração, mas também de orgulho. Dadas as incidências deste jogo não dava para mais. Fomos em busca da vitória, contra uma grande equipa. Obviamente que aquela expulsão nos retirou um bocadinho do jogo, embora tenhamos metido mais velocidade com o Álvaro, com o Rony, enfim. Espírito incrível dos meus jogadores, fica esse sentimento de frustração".

Dois meses de aprendizagem na elite do futebol: "É verdade. Passei por momentos difíceis. Contínuo a passar. Só eu sei, mais a minha família, como nos aguentámos. Queríamos levar à frente o objetivo do clube, pondo a minha tristeza e mágoa de forma algo abstraída. Foi difícil, mas tenho de seguir em frente, principalmente pelo meu filho que já não cá está. Ele tinha um orgulho enorme pelo irmão, pelo pai, pela mãe. Só fazia sentido assim. Eu continuar. Ele ia sentir orgulho assim. Temos força para continuar de forma a poder homenageá-lo".

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