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Jackson Martínez e a passagem pelo FC Porto: "Foram anos maravilhosos"

Avançado colombiano retirou-se dos relvados no final da época passada.

Jackson Martínez e a passagem pelo FC Porto: "Foram anos maravilhosos"

Jackson Martínez concedeu, esta segunda-feira, uma extensa entrevista ao jornalista francês Rémi Martins, na qual passou em revista a carreira que encerou no final da época passada, com especial destaque para as três épocas que passou ao serviço do FC Porto.

O internacional colombiano, que é o melhor marcador do Estádio do Dragão com 49 golos, mostrou-se orgulhoso pelo desempenho que teve ao serviço doa azuis e brancos.

"No momento em que cheguei ao clube, não demorei muito tempo a perceber o que o define. A forma de conectar-me com os adeptos foi especial. Mesmo quando passava alguns jogos sem marcar estava tranquilo porque os adeptos valorizavam os esforços que fazia para voltar a marcar e para assumir os meus erros no campo. Entrega e responsabilidade…", começou por dizer Jackson Martínez.

"O respeito é uma coisa que nem todos têm. Com os adeptos sempre mostrei respeito e sempre fui respeitado. Nos momentos onde não estás bem, tens de respeitar a reação dos adeptos. Isso, se não são agressões físicas ou verbais a ti, ou à tua família. De resto, foram três anos maravilhosos e senti a identidade do clube de uma maneira especial", acrescentou o colombiano, confessando que o FC Porto é um clube muito exigente.

"O facto de chegar ao FC Porto faz-te valorizar muito como jogador e ainda mais se vens de países como Colômbia ou Argentina. Mas não esquecer que é num clube muito exigente. Não tens margem de erro. Ali, é ganhar ou ganhar. A pressão é constante. No meu caso, essa pressão fazia com que tivesse aquela adrenalina de fazer as coisas bem. Também vendo que tens um público exigente, tu tens que exigir de ti o melhor", atirou.

Depois de uma aventura no estrangeiro, que coincidiu com duas épocas sem jogar, Jackson Martínez regressou a Portugal em 2018 para assinar com o Portimonense, mas a aventura nos algarvios não correu pelo melhor devido a uma lesão contraída em 2016.

"Aqui (no Portimonense), o primeiro ano, posso dizer-te que foi um ano onde a equipa técnica sabia que se num momento não conseguia treinar, é porque não conseguia mesmo. Igual para os jogos. Muitas vezes no intervalo, fazia anestesia para poder ir para a segunda parte. Fazia tudo para isso. Com todas essas limitações, ainda assim pude marcar golos importantes para a equipa e até ficar numa posição privilegiada na liga", sublinhou, confessando que jogou algumas partidas em sofrimento.

"Os adeptos e muitos comentadores falavam da situação. Viam o esforço e realmente era um esforço de ficar parado, uma dor que pressionava por dentro. Havia momentos onde já não conseguia e tinha que sair. Essa primeira época foi uma época que valorizo muito porque a equipa técnica sabia aquilo que ainda podia dar, mesmo nesse estado", finalizou.

Leia Também: As notas do FC Porto-Vitória SC: Luis Díaz brilhou e Mumin complicou

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