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Marcelo defende atualidade de valores de António José de Almeida

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje a atualidade dos valores do antigo chefe de estado António José de Almeida, como o combate à corrupção e ao compadrio, a defesa do ambiente e da igualdade.

Marcelo defende atualidade de valores de António José de Almeida
Notícias ao Minuto

19:13 - 17/07/19 por Lusa

Política Corrupção

Em declarações aos jornalistas em Penacova, distrito de Coimbra, onde participou numa cerimónia evocativa do centenário da eleição de António José de Almeida como Presidente da República, o chefe de Estado frisou que o homenageado "sempre teve a luta contra a corrupção, contra o compadrio, contra o favoritismo, contra o clientelismo, a preocupação com os direitos da mulher, a preocupação com o ensino básico, com a igualdade perante as condições sociais, a luta contra a descriminação social e contra a pobreza" na sua ação política.

"E depois a ideia da proximidade do poder local, até a defesa da natureza, que na altura era bastante avançada, ele foi um defensor da Natureza, hoje diríamos quase um ambientalista ou ecologista", enfatizou o PR sobre António José de Almeida, que exerceu o mandato entre 1919 e 1923.

"É um exemplo daquilo que deve ser um Presidente da República, do que deve ser, no fundo, a vida democrática em Portugal. E ele foi esse exemplo, não há dúvida", frisou Marcelo Rebelo de Sousa.

Marcelo frisou que a sua intervenção na sessão evocativa sobre a vida de António José de Almeida pretendeu relembrar que os valores do antigo chefe de Estado da I República "são importantes hoje".

"É importante continuar a lutar contra a corrupção, é importante não haver nepotismos, favoritismos, clientelismos, escolhas de pessoas na base de critérios que não a competência, é importante a transparência na vida pública, é importante a luta pelo diálogo, pela compreensão, pelo pluralismo, pela aceitação da diferença", defendeu o PR.

O Chefe de Estado afirmou ainda que a luta terá de ser pela valorização das democracias: "Se as democracias não são verdadeiramente democráticas, hão de surgir a preencher esse vazio outras forças que não serão, em muitos casos, democráticas", alertou.

Na sessão de hoje foi apresentado um projeto, ainda em curso e sem financiamento aprovado, de uma futura Casa-Museu dedicada a António José de Almeida e à I República, a instalar na aldeia onde nasceu, no concelho de Penacova.

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