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Boris Johnson preocupado com hostilidade da Rússia para com o Ocidente

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Boris Johnson, alertou hoje, em entrevista ao "The Sunday Times", que a "hostilidade" da Rússia em relação aos interesses ocidentais não era tão elevada desde a Guerra Fria.

Boris Johnson preocupado com hostilidade da Rússia para com o Ocidente
Notícias ao Minuto

12:07 - 17/12/17 por Lusa

Mundo Reino Unido

"Vejam o que estão fazendo com a guerra cibernética, com intenção de interferir nos processos democráticos do Reino Unido", afirmou Johnson, que deverá viajar na quinta-feira para Moscovo para reunir-se com o seu homólogo russo, Serguéi Lavrov.

O chefe da diplomacia britãnica reconheceu, porém, que "não viu provas" de que interferências russas no resultado do referendo de junho de 2016, em que os britânicos optaram por abandonar a União Europeia.

Contudo, Johnson assegura qye "existem provas de provocações russas no Facebook".

"A Rússia nunca há demonstrado tanta hostilidade para com o Reino Unido e os interesses ocidentais desde o final da Guerra Fria como agora", declarou o mesmo responsável britãnico.

A Comissão Eleitoral britânica abriu em novembro uma investigação para determinar a origem de 8,3 milhões de libras (cerca de 9,5 milhões de euros) que o empresário britânico Arron Banks trouxe para a campanha do "brexit".

Na altura, o empresário negou que os fundos tivessem qualquer relação com as autoridaes de Moscovo.

Apesar das diferenças com a Rússia, Boris Johnson susteenta que a colaboração da Rússia é necessária para lutar contra o terrorismo islamista e para encontra uma "solução política" para o conflito na Síria.

"Temos que ser firmes e devemos ter cuidado, mas temos que nos entender. Juntos derrotamos o nazismo. Necessitamos de colabora de nov para derrotar o terrorismo islamista", argumentou Johnson.

Segundo o chefe da diplomacia britânica, é preciso dialogar com a Rússia sobre o fim do conflito na Síria, observando que os russos lograram manter o presidente Bachar Al Asad no poder em Damasco, mas não conseguiram estabelecer uma solução pacífica para o país.

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