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Bolsonaro publicou decreto que autoriza cultos religiosos na quarentena

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, considerou as atividades religiosas e das casas de apostas como serviços essenciais, apesar do combate à pandemia da covid-19, num decreto publicado hoje.

Bolsonaro publicou decreto que autoriza cultos religiosos na quarentena
Notícias ao Minuto

14:26 - 26/03/20 por Lusa

Mundo Covid-19

Agora estes serviços podem ser oferecidos e passam a estar fora da quarentena decretada em alguns estados e cidades do Brasil devido à covid-19, embora o decreto tenha uma pequena ressalva indicando que o funcionamento destes estabelecimentos deverá obedecer as determinações do Ministério da Saúde.

O funcionamento de atividades religiosas vinha sendo limitado pelas medidas de combate ao novo coronavírus no Brasil para evitar aglomerações e reduzir a possibilidade de contágio.

Nas duas maiores cidades do Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro, onde vigora desde o início da semana uma quarentena, cultos religiosos chegaram a ser suspensos, mas foram autorizados após decisões judiciais nesse sentido.

Também estão na lista de serviços essenciais atividades de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, produção, distribuição e comercialização de petróleo, pesquisas científicas, atividades de representação judicial e extrajudicial, serviços bancários e atividades médicas.

O Brasil registou oficialmente 2.433 casos da covid-19, que já provocou 57 mortos no país, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde na quarta-feira.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com quase 260.000 infetados, é aquele onde está a surgir atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 7.503 mortos em 74.386 casos registados até quarta-feira.

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