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Venezuela: Noruega pede a Governo e oposição contenção nos comentários

A Noruega pediu aos políticos venezuelanos, do Governo e da oposição, "a máxima precaução" nos comentários que realizem sobre as negociações ou diálogo entre ambas delegações, que decorre em Barbados.

Venezuela: Noruega pede a Governo e oposição contenção nos comentários

"Ressaltamos a necessidade de as partes tomarem a máxima precaução com os seus comentários e declarações sobre o processo, em conformidade com as diretrizes estabelecidas", explica um comunicado.

No documento, divulgado na página da internet do Governo da Noruega, começa-se por informar que "os representantes dos principais atores políticos da Venezuela continuam as negociações iniciadas em Oslo, no marco de uma mesa que funciona de forma contínua e expedita".

"Pelo bem das negociações, é importante que as partes tenham o espaço necessário para avançarem num ambiente construtivo e que a confidencialidade do processo seja respeitada por todos", sublinha-se.

No comunicado, a ministra dos Negócios Estrangeiros da Noruega, Ine Eriksen Søreide, afirma ter a esperança de que "as partes progridam na busca de soluções sustentáveis para todos os venezuelanos".

"Reitero a minha gratidão ao Governo de Barbados pela sua hospitalidade", concluiu.

O Governo venezuelano e a oposição retomaram, a 15 de julho, as conversações para se encontrar uma solução para a crise na Venezuela.

As conversações, sob a mediação do Governo da Noruega, decorrem em Barbados, onde ambas delegações já se tinham reunido recentemente.

A delegação do Governo do Presidente Nicolás Maduro é liderada pelo governador do estado venezuelano de Miranda, Hector Rodríguez, e a da oposição pelo advogado e político venezuelano Stalin González.

A oposição, que conta com o apoio dos Estados Unidos, pretende afastar o Presidente Nicolás Maduro do poder, para formar um Governo de transição e convocar eleições livres no país.

A crise venezuelana agravou-se em janeiro, quando o presidente do parlamento (onde a oposição detém a maioria), Juan Guaidó, jurou assumir as funções de Presidente interino da Venezuela.

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