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Este é o tempo máximo que o seu filho deve passar em frente ao ecrã

Especialistas avisam que os pais devem limitar o tempo que os filhos passam em frente ao ecrã para um máximo de duas horas diárias, de modo a garantirem a preservação da sua saúde.

Este é o tempo máximo que o seu filho deve passar em frente ao ecrã
Notícias ao Minuto

09:00 - 07/08/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Bem-estar infantil

Mães e pais estão a ser alertados para que se tornem eles próprios um exemplo, e que reduzam o tempo que passam a utilizar telemóveis, computadores e televisores.

A comunidade médica chega a sugerir para que se banam aqueles aparelhos dos quartos e durante as refeições. Socializar mais com a família e passar mais tempo ao ar livre pode também levar à redução do tempo passado em frente a dispositivos tecnológicos e dessa forma acarretar benefícios adicionais, acrescentaram.

Um painel de médicos da American Heart Association (Associação norte-americana do Coração) lançou o aviso após rever dezenas de estudos realizados anteriormente acerca da relação detrimental entra o uso da ecrã e da saúde.

Os investigadores afirmam que em média, jovens entre os oito e os 18 anos permanecem mais de sete horas por dia a olhar para ecrãs.

Paradoxalmente o tempo passado em frente à televisão está a decrescer, mas está a ser suplantado pelo uso de smartphones, tablets e computadores, especificamente para o uso de redes sociais, visualização de vídeos, jogos e pesquisas online.

Tal significa que existem cada vez mais indivíduos com um estilo de vida sedentário – o que por sua vez aumenta o risco de desenvolvimento de obesidade, de ataques cardíacos e enfartes.

A médica Tracie Barnett, que presidiu o painel, disse: “Quando possível, todas as atividades que têm como base ecrãs devem ser reduzidas, de modo a mitigar os riscos que acarretam”.

“O consumo passivo destes monitores deve ser evitado, assim como deixar a televisão simplesmente ligada e em plano de fundo, para que esse tipo de comportamento não seja normalizado”.

“Aconselhamos a todas as crianças que se sentem menos e brinquem mais”, concluiu.

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