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Incerteza em torno do Brexit continua. Libra recua de máximos

O governo britânico reitera a sua intenção de sair da União Europeia a 31 de outubro. Ainda assim, ainda há muita incerteza a 'pintar' o panorama do Brexit.

Incerteza em torno do Brexit continua. Libra recua de máximos

A libra está a desvalorizar no arranque das negociações desta semana, recuando de máximos de cinco meses, em reação aos desenvolvimentos mais recentes sobre o Brexit. No sábado, o governo britânico recuou na decisão de submeter à votação parlamentar o acordo do Brexit que negociou com Bruxelas, mas espera fazê-lo ainda esta segunda-feira. 

De acordo com o Investing, o euro ganha 0,1% contra a libra, ao passo que a moeda britânica recua 0,3% face ao dólar

Ainda assim, mesmo depois de o líder britânico, Boris Johnson, não ter conseguido aprovar o acordo, a libra manteve parte dos ganhos obtidos nos últimos dias, porque os investidores estão confiantes de que haverá, pelo menos, uma saída ordenada da União Europeia. 

"Os acontecimentos do fim de semana reduziram, mais ainda, o risco de uma saída desordenada", disse Adam Cole, estratega-chefe de câmbio da RBC, citado pelo CincoDías

A previsão agora aponta para que Boris Johnson volte a tentar encontrar uma maioria que aprove o acordo negociado com Bruxelas já esta segunda-feira. Ao que indica o Financial Times, Johnson está confiante de que pode ultrapassar uma série de constrangimentos com os quais teve de lidar no sábado. 

"Parece que temos os números necessários [para aprovar o acordo]", disse o chefe da diplomacia britânica, Dominic Raab. Os números do Financial Times apontam para que Boris Johnson consiga aprovar o acordo por cinco votos, mas o resultado é ainda muito incerto. 

Ora, importa recordar que são necessários 320 votos a favor para que o acordo mereça 'luz verde' no parlamento britânico. No sábado, o Governo britânico decidiu não submeter à votação parlamentar o acordo do Brexit, devido à aprovação de uma emenda que obrigou o primeiro-ministro a solicitar um adiamento para além de 31 de outubro.

Foi isso mesmo que Johnson acabou por fazer. O responsável britânico entregou uma carta à Comissão Europeia a pedir um adiamento do Brexit até 31 de janeiro do próximo ano - um cenário já antecipado pelo analista de política internacional, Germano Almeida, ao Notícias ao Minuto. A missiva foi, entretanto, rececionada pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, que adiantou que os líderes da UE iriam analisar e que o processo poderia levar alguns dias

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