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Governo admite que atividade na EMEF está abaixo do previsto

O ministro do Planeamento admitiu hoje no parlamento que a atividade da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF) está abaixo do previsto para este ano, e anunciou que já estão a trabalhar 30 dos 100 novos trabalhadores previstos.

Governo admite que atividade na EMEF está abaixo do previsto
Notícias ao Minuto

12:14 - 12/11/18 por Lusa

Economia Pedro Marques

"Estão já 30 pessoas ao serviço e esperamos que entrem mais cerca de 60 nos próximos dias, semanas cujo processo de contratação está mais adiantado, no âmbito da EMEF", disse hoje Pedro Marques, numa audição conjunta com três comissões parlamentares, no âmbito da discussão na especialidade da proposta do Orçamento de Estado para 2019.

Aos deputados, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas lembrou o reforço de pessoal, que inclui 102 novas contratações e a regularização de 40 contratos precários nas oficinas, defendendo que se conseguiu "estancar a hemorragia de recursos humanos verificada anteriormente".

As oficinas perderam mais de 260 trabalhadores durante os quatro anos do anterior executivo do PSD/CDS-PP, numa base de 1.236 funcionários, acrescentou o ministro, que sublinhou "que sem ovos não se fazem omeletes e que a capacidade de manutenção ferroviária saiu prejudicada".

"A realidade que temos é que essa falta de recursos humanos fez com que no ano 2018 conseguíssemos executar menos manutenção que tínhamos perspetivado", admitiu aos deputados, com o ministro a referir que está a haver uma "recuperação importante da sua capacidade de trabalho".

Com a chegada dos novos trabalhadores "há boas perspetivas para o próximo ano", mas o Governo reconhece que, apesar de ter havido mais manutenção em 2018 em relação a outros anos, "não se chegou aos valores que se tinham previsto".

Estas informações foram dadas depois de o deputado do PCP Bruno Dias ter precisado terem existido 15 intervenções na EMEF quando estavam previstas 29, notando que em relação aos comboios Alfa Pendular foram intervencionados três quando estavam previstos ser quatro.

Quanto a unidades de serviços suburbanos, como para as linhas de Sintra e Azambuja, os trabalhos deveriam acontecer em 14 e aconteceram em quatro, enquanto no serviço regional houve sete intervenções e eram para ser 10 e, em termos de longo curso, houve uma ação face a sete planeadas, enumerou o deputado.

Segundo informação do ministério sobre o OE2019 estão previstas para o próximo ano intervenções em quatro unidades de Alfa Pendular, em 14 unidades afetas aos serviços urbanos, em 12 unidades dos serviços regionais e em sete unidades afetas ao serviço de longo curso.

Para o setor ferroviário estão previstos 400 milhões de euros de investimento, no próximo ano, quando se esperam estar em execução ou em projeto 871 quilómetros, no âmbito do projeto Ferrovia 2020.

Em meados de setembro, o ministro tinha informado que a intervenção nos comboios Intercidades era uma das prioridades para o reforço de pessoal na EMEF.

Em audição parlamentar, Pedro Marques refere que, além do "trabalho que precisa de ser reforçado no material regional e de Cascais", uma das prioridades na EMEF é a manutenção das carruagens de comboios Intercidades.

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