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Circulação de quase 50% de urbanos de Lisboa e 40% no Porto

A Infraestruturas de Portugal (IP) informou que até às 10:00 foram "asseguradas perto de 50% das circulações previstas para o centro urbano de Lisboa e mais de 40% na zona urbana do Porto", devido à greve dos seus trabalhadores.

Circulação de quase 50% de urbanos de Lisboa e 40% no Porto
Notícias ao Minuto

11:16 - 31/10/18 por Lusa

Economia IP

Segundo fonte oficial da gestora da ferrovia à Lusa, foram garantidos todos os comboios de mercadorias previstos nos serviços mínimos. À Lusa, a Medway referiu que, face à greve, garante "apenas os serviços mínimos".

Em tribunal arbitral ficou decidido estarem abrangidos, nos serviços mínimos, os encaminhamentos para o destino de comboios a circular ao início da greve, os comboios socorro e aqueles que transportem matérias perigosas, 'jet fuel', carvão e bens perecíveis.

A IP informou também estar "assegurada a atividade do centro de controlo de tráfego, que promove todas as informações associadas ao tráfego rodoviário, e a atividade das unidades móveis, que patrulham diariamente as estradas e prestam assistência aos automobilistas".

"A Infraestruturas de Portugal agradece a melhor compreensão aos utentes para os transtornos causados", concluiu.

A CP-Comboios de Portugal tinha informado que entre as 00:00 e as 10:00 circularam 143 dos 453 comboios programados e apenas nas linhas urbanas de Lisboa e do Porto.

Fonte oficial da empresa precisou que em Lisboa circularam 104 comboios e no Porto 37.

A Fertagus, que faz a circulação pela ponte 25 de Abril, entre Lisboa e a margem Sul, tinha informado à agência Lusa que seis comboios, de um total de 43 previstos, foram suprimidos.

José Manuel Oliveira, coordenador da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), garantiu, por seu lado, que cerca de 80 a 90% dos comboios foram suprimidos até às 08:00 de hoje.

O dirigente sindicalista, que falava à agência Lusa na estação de comboios de Santa Apolónia, em Lisboa, notou que a adesão à greve por parte dos trabalhadores "é muito significativa".

Os sindicatos exigem que a administração da empresa e o Governo concretizem o acordo coletivo de trabalho e cheguem a acordo sobre um regulamento de carreiras.

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