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Oferta de petróleo vai aumentar mais do que procura

A oferta de petróleo vai aumentar mais do que a procura em termos percentuais, especialmente devido ao crescimento da produção nos Estados Unidos, segundo as previsões apresentadas hoje pela OPEP.

Oferta de petróleo vai aumentar mais do que procura
Notícias ao Minuto

14:35 - 12/06/18 por Lusa

Economia OPEP

No relatório mensal sobre o mercado petrolífero publicado hoje em Viena, a Organização de países Exportadores de Petróleo (OPEP) prevê que o consumo mundial atinja este ano uma média de 98,85 milhões de barris de petróleo por dia, traduzindo um aumento de 1,7% face a 2017.

As grandes economias emergentes Índia (mais 4,66%) e China (mais 3,4%) voltam a ser as que mais contribuem para o aumento da procura.

Do lado da oferta, a OPEP estima que a produção dos seus concorrentes, de outros petróleos e de gases não convencionais totalizará 66,10 milhões de barris por dia, mais 3,09% do que em 2017.

Em relação à sua própria produção, a OPEP, com sede em Viena, prevê que poderá colocar no mercado em média 32,7 milhões de barris por dia, pouco menos de 1% abaixo dos níveis de 2017.

Mesmo assim, os autores do relatório indicam que numerosas incertezas abrem a possibilidade para a procura ser maior.

A produção conjunta dos 14 Estados-membros da OPEP continuou a crescer em maio e alcançou, segundo fontes externas à organização, 31,869 milhões de barris por dia, abaixo do limite máximo de 32,5 fixado no final de 2016 num acordo da OPEP com outros produtores para reduzir a oferta e o excesso de oferta que naquela altura estava a fazer cair os preços.

A Venezuela é, de novo, um dos sócios que deverá ver a produção baixar, desta vez 2,7% para 1,392 milhões de barris por dia, segundo estima a OPEP.

Com esta estimativa da OPEP, as extrações de petróleo da Venezuela caíram em termos acumulados 21% desde o último trimestre de 2017.

A situação do mercado petrolífero mudou e os preços do petróleo, como sublinha o relatório da OPEP, estão nos valores mais altos desde 2014.

O relatório também indica que as reservas de petróleo nos países mais ricos, e que mais consomem, caíram em abril para 2.811 milhões de barris, menos 8% do que quando o acordo de corte da produção foi aprovado.

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