Vouchers: Sporting diz que Benfica "atenta à inteligência humana"

Clube de Alvalade garantiu que vai expor o caso à UEFA, através do seu diretor de comunicação.

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Desporto Nuno Saraiva

Nuno Saraiva escreveu, esta terça-feira, no seu Facebook um artigo que volta a esclarecer a posição do Sporting relativamente ao caso dos ‘vouchers’.

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O diretor de comunicação dos ‘leões’ garante que o envio de uma carta do Benfica à FPF só veio confirmar as declarações de Bruno de Carvalho.

“A leitura da carta confirma aquilo que foi dito pelo Presidente do Sporting CP. O teor da mesma era o pedido de abertura de um processo contra o Presidente do Sporting CP. Aliás, só através de novo atentado à inteligência humana, se poderia acreditar na versão fantasiada de uma instituição que dizia querer que alguém fizesse uma investigação genuína a um caso e, ao mesmo tempo, colocar um processo (que já teve três decisões desfavoráveis e três recursos) contra o Presidente, assumindo que o mesmo mentiu”, pode ler-se no texto escrito pelo dirigente do Sporting.

“Da notícia, percebemos que a "participação" da FPF ao Ministério Público foi no dia 7 de Outubro de 2015 e que a carta do Benfica é datada de dia 9. O desencadear dia 9 de algo que foi feito a dia 7, está ao nível da narrativa de um clube que diz ter sido fundado antes do Sporting mas que, afinal, tem um fundador que antes de o ser jogou no Sporting”, acrescentou Nuno Saraiva.

Por fim, o diretor de comunicação do Sporting refere ainda que o Sporting vai expor o caso dos ‘vouchers’ à UEFA.

“O Sporting CP, no tempo próprio, fez as participações às instâncias do futebol português que entendeu obrigatórias, perante a informação de que dispunha, relativamente às “ofertas” feitas aos árbitros, observadores e delegados nas competições nacionais. Após ter sido dado como provado que estas existiam, e de ter sido assumido pelo próprio Benfica e pela FPF de que as ditas “ofertas” se estendiam também às competições europeias, e por não sabermos se esta práctica se mantem hoje em dia, entendemos fazer, também no tempo próprio, uma exposição à UEFA. Sempre a bem do futebol e da verdade”, concluiu.

Leia aqui, na íntegra, o texto escrito por Nuno Saraiva.

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