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Quadro 'São Cosme' de Álvaro Pires de Évora é bem de interesse público

O quadro 'S. Cosme', de Álvaro Pires de Évora, foi classificado bem de interesse público, de acordo com uma portaria publicada hoje em Diário da República (DR) assinada pelo ministro da Cultura com data de 13 de agosto.

Quadro 'São Cosme' de Álvaro Pires de Évora é bem de interesse público
Notícias ao Minuto

11:53 - 20/08/18 por Lusa

Cultura Diário da República

A pintura 'S. Cosme', da autoria daquele pintor do século XV, representa "o santo médico Cosme, com a forma do rosto a 3/4, pouca barba, nariz direito e olhos rasgados, vestido de um vermelho pálido alaranjado, barrete caído com um revirado de segmentos de pelo branco, e auréola larga decorada com uma marcação de punção".

De acordo com a Portaria 426/218, a classificação do bem atendeu ao "génio" do autor, ao valor estético, técnico ou material intrínseco da obra, ao seu interesse como testemunho simbólico ou religioso, à sua importância na perspetiva da investigação histórica e científica bem como ao que a obra reflete do ponto de vista de memória coletiva.

"As circunstâncias suscetíveis de provocarem diminuição ou perda da perenidade ou da integridade do bem a classificar" foram também critérios tidos em conta na classificação do quadro "S. Cosme", que, no passado dia 04, obteve parecer favorável da Secção dos Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional de Cultura.

Em 28 de maio último, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) anunciou em DR ter solicitado ao ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, a classificação daquela obra do pintor Álvaro Pires de Évora (ativo entre 1411-1434), que em finais de fevereiro fora arrematada por particulares em leilão, por 75.000 euros.

A venda do quadro em leilão fora avançada à agência Lusa por fonte da Cabral Moncada Leilões, que acrescentou que o Estado estava representado em leilão, mas não exerceu o seu direito de preferência na compra da obra, que se encontrava em vias de classificação.

A peça, em têmpera e folha de ouro sobre madeira, foi a leilão com uma base de licitação de 35 mil euros e uma estimativa de 52.500 euros.

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