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Lucro da Jerónimo Martins sobe 0,4% no 1.º trimestre para 78 milhões

O resultado líquido da Jerónimo Martins subiu 0,4% no primeiro trimestre, face a igual período de 2016, para 78 milhões de euros, anunciou hoje a dona do Pingo Doce.

Lucro da Jerónimo Martins sobe 0,4% no 1.º trimestre para 78 milhões
Notícias ao Minuto

18:42 - 20/04/17 por Lusa

Economia CMVM

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o grupo liderado por Pedro Soares dos Santos refere que "os resultados líquidos atribuíveis à Jerónimo Martins foram 78 milhões de euros, apesar do aumento do investimento na Ara [cadeia de supermercados colombiana]".

Excluindo o impacto da Monterroio nos primeiros três meses do ano passado, os resultados cresceram 4,6%.

As vendas e prestações de serviços subiram 9% para 3.679 milhões de euros e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) cresceram 4,6% para 192 milhões de euros.

"Iniciámos 2017 determinados a continuar a crescer de forma rentável e sustentável", refere Pedro Soares dos Santos, presidente e administrador delegado da Jerónimo Martins, citado em comunicado.

"Apostando fortemente nas vendas, a Biedronka continua a surpreender pela positiva com as suas campanhas, enquanto a oferta permanente evolui para se adequar às preferências do consumidor polaco", prosseguiu, adiantando que em Portugal o Pingo Doce "manteve as vendas LFL ['like-for-like', ou seja, vendas em lojas que operaram sob as mesmas condições no período em análise] (excluindo o impacto de calendário), enquanto o Recheio continuou a registar um forte crescimento no segmento HoReCa [Hotéis, Restaurantes e Cafés]".

Relativamente ao negócio na Colômbia, a cadeia Ara, "tem trabalhado nas suas principais prioridades: a execução do programa de investimento para este ano e a preparação da infraestrutura logística e do 'pipeline' para expandir a rede de lojas", refere o presidente.

"Embora naturalmente haja muito a fazer para atingir as metas a que nos propomos este ano, os números destes primeiros três meses dão-nos confiança de que o rumo estratégico traçado para os nossos negócios nos permitirá continuar a crescer e a superar o desempenho dos mercados onde operamos", concluiu.

Para este ano, a Jerónimo Martins tem um programa de investimento de cerca de 700 milhões de euros e pretende acrescentar mais 100 lojas à cadeia polaca Biedronka e abrir, pelo menos, 150 unidades na Colômbia.

Nos primeiros três meses, as vendas totais do Pingo Doce subiram 0,8% para 823 milhões de euros, com um LFL, excluindo combustível, de -1,4%, impactado pelo efeito negativo de calendário.

O Recheio registou uma subida de 5,2% de LFL, "que impulsionou as vendas totais no primeiro trimestre para 201 milhões de euros, mais 7,2% do que no mesmo trimestre do ano anterior".

A Ara contava com 244 lojas no final de março, depois de abrir 23 localizações nos três primeiros meses do ano, tendo alcançado vendas de 87 milhões de euros, mais 81,8% face ao período homólogo de 2016.

A Biedronka abriu 11 lojas no trimestre, ficando com um total de 2.729 no final de março, e as vendas da cadeia subiram 10,8% para 2.527 milhões de euros.

"A Hebe atingiu vendas de 36 milhões de euros, um aumento de 33,9%", encerrando o trimestre com 159 unidades, mais 24 lojas que no primeiro trimestre de 2016.

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