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"Luta veio para ficar". Greve dos professores chega hoje a Leiria

Na nota publicada no site do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), "a julgar pelos níveis registados nos últimos dias, prevê-se que a adesão se mantenha elevada e que seja mais um dia de forte luta".

"Luta veio para ficar". Greve dos professores chega hoje a Leiria
Notícias ao Minuto

10:05 - 30/01/23 por Notícias ao Minuto

País Leiria

Iniciada a terceira semana de greve nacional com incidência distrital, convocada por nove organizações sindicais, a paralisação aconteceu, esta segunda-feira, no Largo do Papa, no distrito de Leiria, a partir das 10h30.

Na nota publicada no site do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), "a julgar pelos níveis registados nos últimos dias, prevê-se que a adesão se mantenha elevada e que seja mais um dia de forte luta".

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, "irá acompanhar, junto dos professores e educadores do distrito de Leiria, o início de mais uma semana de greve", lê-se no comunicado.

De acordo com a SPRC "a luta veio para ficar até à obtenção de cedências por parte do governo, quer em relação às suas propostas para um novo regime de concursos, quer quanto a outras matérias relacionadas com o seu estatuto socioprofissional".

Esta greve dos professores por distritos envolve nove estruturas sindicais: Associação Sindical de Professores Licenciados (ASPL), Federação Nacional dos Professores (FENPROF), Pró-Ordem dos Professores - Associação Sindical/Federação Portuguesa dos Professores, Sindicato dos Educadores e Professores Licenciados (SEPLEU), Sindicato Nacional dos Profissionais de Educação (SINAPE), Sindicato Nacional e Democrático dos Professores (SINDEP), Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) e Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades (SPLIU) e Federação Nacional de Educação (FNE), que aderiu mais tarde.

Exigem melhores condições de trabalho e salariais, o fim da precariedade, a progressão mais rápida na carreira, e protestam contra propostas do Governo para a revisão do regime de recrutamento e colocação, que está a ser negociada com os sindicatos do setor.

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