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"Qualquer resistência às ordens das autoridades não é admissível"

Ministra da Administração Interna pede às populações para seguirem ordens das autoridades e não ficarem em aldeias que estão em risco. Bombeiros tentam evitar junção de incêndio em Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos com o de Góis.

"Qualquer resistência às ordens das autoridades não é admissível"
Notícias ao Minuto

20:17 - 18/06/17 por Notícias Ao Minuto

País MAI

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, fez um novo balanço do incêndio que se mantém ativo em Leiria. A ministra fez uma atualização do número de feridos, que subiu para 62 e referiu que já está praticamente concluída a operação de remoção das vítimas mortais que serão transportadas para o Instituto de Medicina Legal de Coimbra.

Também confirmou que este é o incêndio “mais preocupante”, com três frentes ativas em Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

A frente ativa em Pedrógão Grande já entrou no concelho de Castelo Branco, mais precisamente na Sertã.

A ministra disse aos jornalistas que estão 834 operacionais no terreno e 258 viaturas. A governante anunciou também que chegarão na segunda-feira ao local 100 operacionais espanhóis, juntando-se aos meios aéreos internacionais (dois de França e quatro de Espanha).

Constança Urbano de Sousa acrescentou que foram evacuadas cinco localidades por precaução.

Questionada pelos jornalistas sobre as aldeias que ainda não foram visitadas e que poderão fazer subir o número de vítimas mortais, Constança Urbano de Sousa confirmou que “há áreas que ainda não foram visitadas”. Uma situação que deverá mudar esta noite. “Temos todo um percurso para percorrer esta noite”.

A ministra disse que para já não há perigo de junção deste incêndio com o de Góis. “Estamos a concentrar muitos esforços para que não haja junção entre este incêndio e o de Góis”.

Há vários relatos de pessoas que não querem deixar as suas aldeias, preferindo combater os incêndios. A ministra fez um apelo a essas pessoas. “As populações não podem resistir. Qualquer resistência às ordens das autoridades não é admissível. As pessoas têm de ser colocadas em segurança. A vida humana tem de ser salvaguardada em primeiro lugar”.

A terminar a ministra disse que é importante transmitir força aos bombeiros. “Temos de dar ânimo a estes homens”.

Também anunciou que já são seis os centros operacionais da Segurança Social: a Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande e de Castanheira de Pêra, o Lar São José em Castanheira de Pêra, no quartel dos bombeiros de Ansião, no campo de futebol de Avelar e no pavilhão gimnodesportivo de Figueiró dos Vinhos.

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