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  • 18 SETEMBRO 2019
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O quotidiano em Hong Kong, a cidade do protesto

Os protestos pró-democracia em Hong Kong decorrem há vários meses. O rastilho foi a lei da extradição, mas o movimento tem uma lista de outras reivindicações e não mostra sinais de que as manifestações vão parar. A vida em Hong Kong sofreu alterações e os habitantes adaptaram-se a conviver com os protestos.

Os protestos em Hong Kong são uma constante desde o final de março. A polémica lei da extradição - que permitiria extraditar residentes e estrangeiros de Hong Kong para jurisdições à volta do mundo com as quais a região não tem acordos formais, entre as quais a China - foi o rastilho dos protestos.

No entanto, nem a sua suspensão parou a onda de manifestações e o movimento pró-democrático tem apresentado outras reivindicações.

Os manifestantes já chegaram a protestar no metro de Hong Kong e, mais recentemente, no aeroporto e têm-se realizado marchas com bastante frequência, o que tem causado uma disrupção dos serviços. 

Os protestos têm afetado a vida dos habitantes de Hong Kong, que se têm adaptado às circunstâncias. Apesar o momento de tensão em Hong Kong, a vida continua e ainda subsistem a calma e as rotinas. 

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