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Procuradores declaram "crime de guerra" morte de dois jornalistas em 1991

A procuradoria colombiana declarou "crime de guerra" o assassinato dos jornalistas do diário El Espetador Julio Chaparro e Jorge Torres, em 1991, e vai indiciar os membros do então comando central da guerrilha Exército de Libertação Nacional (ELN).

Procuradores declaram "crime de guerra" morte de dois jornalistas em 1991
Notícias ao Minuto

19:39 - 07/12/18 por Lusa

Mundo Colômbia

Segundo a procuradoria, os jornalistas, que foram assassinados em 24 de abril de 1991, tinham viajado para a cidade de Segovia, departamento de Antioquia (noroeste da Colômbia), "para realizar uma reportagem sobre o massacre que tem o mesmo nome do município".

O "massacre de Segovia" ocorreu em 11 de novembro de 1988 com um balanço de 46 mortos e 45 feridos após uma incursão de um grupo paramilitar comandado por Fidel Castaño Gil 'Rambo', líder das Autodefesas Camponesas de Córdoba e Urabá (ACCU).

A procuradoria estabeleceu que a morte dos dois jornalistas foi executada por membros do ELN, que os terão confundido com membros "dos serviços secretos militares".

Para os procuradores, a ação dos autores materiais do crime, todos já falecidos, não foi uma decisão autónoma, mas teve origem na cúpula da guerrilha.

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