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Nesta loja, os donuts esgotam em horas. Razão é doce mas não de sabor

Esposa do dono da loja adoeceu e está em reabilitação. Chhan precisa de vender os donuts para poder ir para o seu lado.

Nesta loja, os donuts esgotam em horas. Razão é doce mas não de sabor

John Chhan chegou aos Estados Unidos como refugiado em 1979, oriundo do Cambodja, juntamente com a mulher, Stella. Abriram uma loja de donuts e, nas últimas três décadas, têm trabalhado juntos para tornar as manhãs da comunidade de Seal Beach, na Califórnia, mais doces.

Os clientes, acostumados às mesmas caras atrás do balcão, estranharam quando Stella, de 63 anos, deixou de aparecer. Chhan, de 62 anos, começou a trabalhar sozinho porque a esposa sofreu um aneurisma cerebral e estava em reabilitação.

O facto de ter que deixar a esposa sozinha tornou ainda mais premente a necessidade de fechar a loja, depois de vender o stock. A comunidade solidarizou-se com a situação de Chhan e foi-lhe oferecida ajuda, até através de plataformas de crowdfunding, para que pudesse passar mais tempo com a mulher. Mas Chhan recusou sempre.

A loja abre sempre às 4h30 e fecha às 14h, mas nos últimos dias tem fechado às 7h30. Porquê? Porque os clientes uniram-se, espalharam a palavra, e conseguiram fazer com que a afluência à loja aumentasse e com que alguns clientes comprassem por atacado, às dúzias, para que Chhan possa fechar mais cedo e fazer companhia a Stella, conforme explica o Washington Post.

O vendedor de donuts indicou à mesma publicação que a mulher está a recuperar bem, ainda que devagar, e que está muito emocionado e agradecido pela atenção da comunidade.

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