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Lucros do Grupo Portucel aumentam 2,3% para 41,9 milhões

O lucro da Portucel aumentou 2,3% para 41,8 milhões de euros no primeiro trimestre de 2015, face a igual período do ano anterior, anunciou hoje o grupo liderado por Diogo da Silveira.

Lucros do Grupo Portucel aumentam 2,3% para 41,9 milhões
Notícias ao Minuto

10:41 - 29/04/15 por Lusa

Economia Até Março

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM), o Grupo Portucel divulga que o volume de negócios cresceu 6,4% para 388,8 milhões de euros e afirma que os primeiros três meses deste ano ficaram marcados "pelo contexto positivo dos preços da pasta de papel, assim como pelos fortes movimentos nas taxas de câmbio, nomeadamente pela valorização do dólar face ao euro".

A papeleira salienta ainda que o valor do volume de negócios inclui 14,5 milhões de euros de vendas relativas à AMS, empresa de 'tissue' [papel destinado a lenços e guardanapos, por exemplo] recentemente adquirida pela Portucel, que passou a estar incluída nos resultados apresentados pelo grupo.

Depois de ter atingido "níveis recorde de vendas" no último trimestre de 2014, o desempenho operacional da área de papel não revestido de impressão e escrita (UWF) foi mais moderado nos primeiros meses do ano, registando-se uma queda de 4,6% no consumo aparente na Europa.

Como tal, o grupo registou uma redução de 1,8% no volume de vendas, "uma redução que, no entanto, foi mais do que compensada pela evolução favorável do preço médio de venda do grupo, pelo que as vendas de papel em valor no período cresceram cerca de 1,5%", avança a empresa.

O grupo explica que esta "evolução favorável no preço médio foi sustentada pela forte valorização do dólar face ao euro e pela alteração do 'mix' geográfico das vendas, com um aumento ao nível das exportações para fora da Europa".

A subida do preço da pasta permitiu um aumento de 12,7% no valor das vendas, apesar da diminuição de cerca de 5% na quantidade vendida, essencialmente devido à menor disponibilidade de pasta de mercado, na sequência das paragens de manutenção programadas nos complexos fabris do Grupo.

O EBITDA (lucros brutos) consolidado aumentou 4,4% para 81,4 milhões de euros, incluindo 2,0 milhões de euros relativos à AMS, tendo a margem de EBITDA/Vendas sido de 20,9%.

O 'cash flow' de exploração atingiu os 69 milhões de euros, mais 3,1% que no trimestre homólogo e os resultados operacionais evoluíram em linha com o EBITDA, crescendo 4,4% e situando-se em 54,2 milhões de euros.

Verificou-se ainda um aumento dos custos com pessoal de cerca de 2,8 milhões de euros, que reflete o programa de rejuvenescimento iniciado na segunda metade de 2014 e que se encontra atualmente em vigor no grupo.

Os resultados financeiros foram negativos em 8,7 milhões, face aos 7,3 milhões de euros negativos registados no primeiro trimestre de 2014.

"Não obstante o decréscimo dos custos líquidos das operações de financiamento que se verificou no trimestre, o grupo registou uma perda de 1,3 milhões de euros, associada às operações de cobertura de taxa de câmbio contratadas para 2015", lê-se no comunicado.

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