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CR7 indicou o caminho e a Seleção brilhou. As notas do Portugal-Lituânia

A Seleção Nacional goleou a Lituânia por 6-0 no Estádio do Algarve, em encontro válido pela fase de grupos da qualificação para o Euro'2020.

CR7 indicou o caminho e a Seleção brilhou. As notas do Portugal-Lituânia

Depois da derrota aos pés da Ucrânia, na última paragem para os compromissos das seleções, Portugal precisava urgentemente de voltar aos triunfos. Não só para recuperar a moral da equipa, mas também para não se deixar ultrapassar pela Sérvia e perder o lugar de acesso direto à fase final do próximo Europeu. A resposta dada na noite desta quinta-feira não poderia ter sido mais positiva.

Afinal, a Equipa das Quinas goleou a Lituânia por expressivos 6-0, numa noite em que Cristiano Ronaldo foi a estrela em maior destaque. O resto da 'constelação', contudo, também teve oportunidade de brilhar.

O capitão deu o exemplo e apontou um hat-trick - o nono com a camisola da Seleção Nacional -, mas Pizzi, Bernardo Silva e Gonçalo Paciência (apontou o seu primeiro golo por Portugal) também fizeram o gosto ao pé e contribuíram para o avolumar do resultado.

Portugal saiu, assim, do Estádio do Algarve com um sorriso de orelha a orelha, na sequência de um triunfo categórico que deixa o conjunto orientado por Fernando Santos mais perto de garantir o acesso direto ao Euro'2020. E a Equipa das Quinas só depende de si própria para que isso aconteça: vencendo o Luxemburgo, no domingo, Portugal carimba o 'passaporte' para o próximo Campeonato da Europa de seleções.

Notas do jogo

Figura: Com três golos no registo, fica complicado não distinguir Cristiano Ronaldo como o melhor futebolista em campo na noite desta quinta-feira. Tal como tem vindo a ser hábito, CR7 voltou a estar de 'pé quente' pela Seleção, contribuindo, e de que maneira, para um triunfo esclarecedor diante da Lituânia. Já leva 98 golos pela Equipa das Quinas. Quando está em forma, é muito complicado pará-lo. Vai, certamente, continuar a fazer história por Portugal ao mais alto nível.

Surpresa: No seu segundo encontro pela Seleção principal, Gonçalo Paciência foi dos homens mais interventivos do ataque luso. Teve um sem-número de ocasiões para marcar, combinou muito bem com os colegas na frente e acabou por ser coroado com o seu primeiro golo com as cores portuguesas. Fez mais do que o suficiente para merecer uma nova chamada de Fernando Santos em ocasiões futuras.

Desilusão: Pode ser injusto criticar alguém da equipa lusa depois de uma exibição tão convincente como aquela a que assistimos no Estádio do Algarve. Mário Rui foi, ainda assim, o elo mais fraco (ou o menos forte, se quisermos) durante o duelo desta quinta-feira. Com as facilidades concedidas pela defesa da Lituânia, o lateral esquerdo teve espaço para atacar, mas ficou a sensação de que poderia ter feito mais. Perdeu algumas bolas fáceis.

Treinadores

Fernando Santos: Era imperial regressar às vitórias e Portugal conseguiu fazê-lo com brio. Goleou, não deixou o adversário marcar (nem sequer criar ocasiões) e controlou o encontro a seu bel-prazer. O selecionador luso promoveu muitas alterações no onze titular, apostando, desta vez, numa referência ofensiva (Paciência) para fazer companhia a Ronaldo na frente. Resultou e, agora, é expectável que repita a 'dose' no domingo, diante do Luxemburgo, mantendo nas escolhas iniciais pelo menos alguns dos jogadores que se apresentaram a bom nível na quinta-feira.

Valdas Urbonas: A qualidade da equipa da Lituânia não pode ser comparada à da congénere lusa, é certo, mas a imagem deixada pelo conjunto báltico no Algarve foi muito, muito pobre. Além dos seis golos sofridos, os lituanos não conseguiram criar uma verdadeira oportunidade de perigo junto à baliza de Rui Patrício, que viveu uma noite bastante tranquila.

Árbitro

Foi uma noite tranquila para o francês Ruddy Buquet e a sua equipa de arbitragem, que não cometeu qualquer erro grave ou que pudesse ter alterado o rumo do jogo. Assinalou, e muito bem, a grande penalidade sofrida por Ronaldo logo nos minutos iniciais, e voltou atrás na decisão de marcar novo penálti na sequência de uma queda de Ricardo Pereira na área, num lance em que não houve falta sobre o lateral luso.

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