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Sp. Braga acusa Sousa Tavares de "assassinar o código deontológico"

Arsenalistas chamam o comentador de "trauliteiro, arrogante, desdenhoso e, acima de tudo, néscio".

Sp. Braga acusa Sousa Tavares de "assassinar o código deontológico"

O Sporting de Braga reagiu, através de comunicado, aos comentários de Miguel Sousa Tavares na TVI, a propósito da intenção da Câmara Municipal de Braga em realizar um referendo local sobre a venda do estádio.

O comentador apelidou a Pedreira de um dos “cinco elefantes brancos” que sobraram do Campeonato da Europa de 2004, já que “é todo sustentado pela câmara” uma vez que, na sua opinião, conjunto arsenalista “não tem adeptos”.

A direção liderada por António Salvador acusa, agora, Miguel Sousa Tavares de “destilar o ódio ao Sporting de Braga que alimenta há anos”, referindo que este não conhece “os limites entre a ofensa e a crítica”.

“A eliminação seletiva de uma franja da população que, sendo-lhe ou não agradável, é manifesta e merece tanto respeito quanto qualquer massa adepta em Portugal, é uma grosseria que não pode ter lugar num espaço de informação de um canal que se quer plural e de referência, qualificando não apenas o autor de tais disparates, mas também a estação que os admite e os considera legítimos”, pode ler-se na nota.

O Sporting de Braga vai mais longe e apelida o comentador de “trauliteiro, arrogante, desdenhoso e, acima de tudo, néscio”, por veicular “factos infundados, assentes em mentiras mil vezes repetidas”: “Quando diz que ‘o Braga joga praticamente de borla, por um preço simbólico, num estádio que é todo sustentado pela Câmara’, Miguel Sousa Tavares repisa uma das chalaças do meio jornalístico, assassinando o código deontológico: ‘para quê estragar uma boa história contando a verdade?’.

“A verdade é que o Sporting de Braga tem custos com o estádio e com a operação do estádio que superam os 750 mil euros por ano e que incluem eletricidade, água, gás, tratamento dos relvados, segurança diária e muitas outras pequenas rubricas que representam uma fatia considerável do orçamento da SAD, sem contabilizar os gastos muito relevantes com a organização dos jogos. A estas despesas correntes têm-se juntado, ao longo dos anos, custos de intervenção avultados em operações de melhoria do estádio, como a ocorrida em 2016 e que significou um investimento de 2,5 milhões de euros”, conclui.

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