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"BdC recebeu ameaças. Dizem que, se se demitir, não arranja mais emprego"

Dias Ferreira falou sobre o conturbado período que se vive em Alvalade. O ex-dirigente leonino afirma não saber, neste momento, qual é a melhor solução para o Sporting.

"BdC recebeu ameaças. Dizem que, se se demitir, não arranja mais emprego"
Notícias ao Minuto

09:04 - 27/05/18 por Ruben Valente 

Desporto Dias Ferreira

A Assembleia-Geral para a destituição do Conselho Diretivo do Sporting está agendada para o próximo dia 23 de junho. Um dia que definirá o futuro do clube, mas Bruno de Carvalho afirmou que não acredita que ela se venha a realizar, dando a entender que a impugnação da mesma é um objetivo.

Em exclusivo ao Desporto ao Minuto, Dias Ferreira falou sobre o conturbado momento que se vive no Sporting e acredita que esta AG não irá trazer nada de bom para o emblema verde e branco.

“Tenho algumas reservas práticas sobre a AG. Temo o que se vai passar até lá e o que acontecer nela, se ela se vier a realizar. É uma situação um pouco confusa, até do ponto de vista jurídico. Tenho dúvidas que estas situações se resolvam do ponto de vista jurídico”, começou por dizer.

“Esta AG, benéfica não é. Não será pacífica, nem sei se resolverá alguma coisa. Mas não vejo uma grande possibilidade de isto se resolver por aí. É uma situação um bocado bizarra aquela a que estamos a viver. Há coisas que parecem não jogar umas com as outras”, acrescentou, o antigo presidente da Mesa da Assembleia-Geral dos leões, que tentou colocar-se no lugar atualmente ocupado pelo já demissionário presidente Jaime Marta Soares.

“Nunca tive numa situação destas. O que eu procuraria fazer era algo diferente, apesar de não saber se iria resultar. Tentaria encontrar uma solução antes de chegar à AG e, designadamente, dada a crispação entre os órgãos sociais, tentaria arranjar algumas pessoas consensuais para um lado e para o outro, que pudessem fazer uma ponte entre MAG/Conselho Fiscal e o Conselho Diretivo. Tudo com o objetivo de não se marcar uma AG de destituição”, enalteceu Dias Ferreira.

Sobre a possibilidade de Bruno de Carvalho e a sua direção caírem no dia 23 de junho, o atual comentador desportivo demonstrou ter as suas reservas.

“Não dou isso como garantido. Numa análise objetiva e sem tomar partido de ninguém, acho que o Bruno de Carvalho não será destituído. Tenho algumas dúvidas que, se a Assembleia fosse amanhã, ele conseguisse passar. Agora, passados mais de 20 dias… é muito tempo. Aliás, este problema deveria ter sido resolvido antes. Quando Marta Soares disse que Bruno de Carvalho não tinha condições para continuar, a relação rompeu e toda a situação deveria ter sido resolvida de uma outra forma”, comentou Dias Ferreira, antes de revelar o conselho que deu ao líder leonino.

“Também disse ao presidente, sem ter tido muita aceitação, para ele tirar um tempo, para descansar e afastar-se provisoriamente. E avançava nessa altura o Carlos Vieira, por exemplo”, afirmou.

Perturba-me não ter uma convicção acerca de algo importante, como acontece neste caso

A situação que se vive no Sporting é tão delicada, na visão de Dias Ferreira, que o próprio não sabe apontar qual será, neste momento, o melhor caminho para o Sporting.

“Não sou capaz de afirmar que alguém mete os seus interesses pessoais à frente dos do Sporting porque, tanto de um lado, como de outro, vejo pessoas que conheço bem e que sei colocam os interesses do Sporting acima de tudo. Mas eu próprio não sei qual é o melhor caminho para o Sporting. Os interesses superiores do Sporting era que isto tudo não tivesse acontecido. As pessoas, se calhar, também estão confusas e não há pior coisa que ter dúvidas nestas alturas. Sou uma pessoa de convicções e uma coisa que me perturba é quando não tenho uma convicção acerca de algo importante, como acontece neste caso”, reiterou o advogado.

Por fim, Dias Ferreira mostrou-se compreensivo em relação à atual posição da direção do Sporting.

“Era bom que a direção se tivesse demitido e houvesse eleições. Era esta a melhor solução. Agora, isto não aconteceu. Acho que a direção faz mal, mas também aceito a sua posição. Não posso é dizer que as pessoas estão agarradas ao poder. Sei que os próprios estão a receber ameaças que, se se demitirem, não vão arranjar mais emprego no mercado. Este tipo de coisas não ajuda a resolver nada”, revelou ainda.

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