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BdP reduz exigências de reservas de capital adicional ao Novo Banco

O Banco de Portugal (BdP) decidiu reduzir a reserva adicional de fundos próprios exigida ao Novo Banco, mantendo as exigências relativamente às outras cinco instituições com importância sistémica do mercado português.

BdP reduz exigências de reservas de capital adicional ao Novo Banco
Notícias ao Minuto

21:15 - 30/11/16 por Lusa

Economia Instituição

"As reservas de O-SII [instituições com importância sistémica] para cada um dos grupos bancários mantêm-se estáveis face à última decisão do Banco de Portugal reportada a 29 de julho, exceto para o Novo Banco", revelou hoje o regulador, em comunicado.

A redução das exigências para com o banco liderado por António Ramalho deve-se à "redução de 'score' [pontuação] obtido por esta instituição no exercício de identificação", justificou o BdP, acrescentando que vai ser exigida uma "reserva de fundos próprios menor, em linha com a metodologia de calibração adotada".

No final de julho, o Banco de Portugal atribuiu um regime transitório aos maiores bancos a operar em Portugal para constituírem uma reserva adicional de fundos próprios, permitindo que metade seja feita até ao início de 2018 e a restante até 2019.

À data, foi decidido "aplicar um regime de implementação gradual da reserva de fundos próprios para as instituições de importância sistémica", tendo os bancos de ter 50% da reserva que lhes é exigida a 01 de janeiro de 2018 e 100% até 01 de janeiro de 2019.

Os maiores bancos portugueses - ou seja, os que são considerados de importância sistémica no contexto nacional - têm de ter, além do rácio de capital definido pelos supervisores em função das posições de risco, uma 'almofada' de capital adicional.

O banco a quem é exigida uma reserva de fundos próprios maior é a Caixa Geral de Depósitos, que será obrigado a uma "almofada" de mais 1%, equivalente a cerca de 600 milhões de euros. Assim, e de acordo com a regra agora conhecida, terá de constituir uma reserva de 0,5%, ou 300 milhões de euros, até 01 de janeiro de 2018, e o restante até 01 janeiro de 2019.

Já ao BCP e ao Novo Banco eram exigidos 0,75% de reserva de importância sistémica, pelo que tinham de ter mais 0,375% até janeiro de 2018.

Porém, de acordo com a informação hoje divulgada, as exigências para o Novo Banco baixam para 0,5%, pelo que têm de ter mais 0,25% até ao arranque de 2018, juntando-se assim ao BPI e ao Santander Totta, também obrigados a uma "almofada" de 0,5% de capital extra, pelo que têm de constituir mais 0,25% até início de 2018.

Por fim, é exigida à Caixa Económica Montepio Geral 0,125% até início de 2018 e o total de 0,25% até 2019.

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