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Rio: A "boa notícia", os "desafios" à Esquerda e o "jogo duplo" do CDS

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa esteve, esta terça-feira, nos estúdios da TVI, em Queluz de Baixo, para comentar o congresso do PSD que se realizou no passado fim-de-semana.

Rio: A "boa notícia", os "desafios" à Esquerda e o "jogo duplo" do CDS
Notícias ao Minuto

23:34 - 20/02/18 por Patrícia Martins Carvalho 

Política Comentário

Para Fernando Medina, a eleição de Rui Rio como líder do PSD é uma “boa notícia para o país”, pois o PSD “encontrava-se bloqueado desde as eleições legislativas” por culpa de Pedro Passos Coelho que estava “à espera da tragédia” e, por isso, "não tinha capacidade de diálogo”.

Agora, com Rui Rio no leme do PSD, Medina acredita que o partido “ganha uma nova capacidade de diálogo” com o líder social-democrata a focar-se em “matérias sociais”.

Por um lado, explica o comentador, esta escolha de temas sociais é uma estratégia para “aproximar o partido do país e retomar os canais do diálogo” e, por outro lado, deve-se ao facto de as questões económicas serem uma “área frágil” para o PSD, uma vez que a economia está a seguir um caminho positivo.

Face ao exposto, Fernando Medina considera que o importante é perguntar que “desafios” resultam do congresso para o PS? Em primeiro lugar, refere, coloca uma “nova exigência” ao nível da correspondência do diálogo em matérias estruturais para o país.

“António Costa foi hábil ao separar o que são os acórdãos da solução governativa das matérias que são estruturais e que passam por várias legislaturas”, afirmou, considerando que o primeiro-ministro tem o “posicionamento de Estado e o número de anos de política mais do que suficientes para saber que há um conjunto de matérias que, ou se resolvem com entendimentos alargados no país ou vamos estar sempre a reverter políticas de forma absurda”.

Mas os desafios não se aplicam apenas ao PS. Medina considera que também o PCP e o Bloco de Esquerda têm desafios pela frente pois sabem que “quem romper esta trajetória e solução governativa vai ser bastante penalizado”.

Quanto ao CDS, o autarca lisboeta diz que o partido de Assunção Cristas vai “continuar a jogar um jogo duplo com o PSD”.

“O CDS tem esta atitude de fingimento com o PSD que se caracteriza por, por um lado serem muito amigos, mas por outro tentar captar o mais eleitorado possível ao PSD”, rematou.

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