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Mayan formaliza candidatura: "É pelas pessoas que venho a este combate"

Tiago Mayan Gonçalves apresentou esta quarta-feira a candidatura a Belém. "Pela liberdade".

Mayan formaliza candidatura: "É pelas pessoas que venho a este combate"

Tiago Mayan Gonçalves formalizou, esta quarta-feira, a sua candidatura à Presidência da República. No Twitter, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal apontou a razão pela qual decidiu lançar-se a este 'desafio': "Pelas pessoas"

"É pelas pessoas que venho a este combate. Independentemente da sua raça, da sua religião, da sua orientação sexual, da formação que tiveram, de onde nasceram, de onde moram, do apelido que têm. Pela liberdade", escreveu o candidato na rede social na noite de hoje.

Já em declarações aos jornalistas no final da apresentação oficial da sua candidatura, esta tarde, no Porto, Mayan Gonçalves classificou o mandato de Marcelo Rebelo de Sousa como inexistente, acusando-o de nada ter feito enquanto Presidente da República.

"O balanço é de algo que é inexistente, é alguém que não exerceu o mandato de Presidente da República, portanto há muito pouco a dizer sobre o que ele fez, porque ele nada fez enquanto Presidente da República. Em suma, é a minha análise sobre isso e é também um dos grandes motivos para estar aqui agora a apresentar-me e a candidatar-me a esse cargo", afirmou. 

De recordar que, em entrevista a Miguel Sousa Tavares, emitida na passada segunda-feira na TVI, o candidato já tinha sido questionado sobre Marcelo Rebelo de Sousa. Mayan Gonçalves reiterou que pensa que o atual Chefe de Estado não é um "Presidente a sério" por diversas razões como "Pedrógão, Tancos, lar de Reguegos de Monsaraz, o 'milagre' português". "São tudo questões que representam um eixo de ação do atual Presidente da República que é o de colaboracionismo com este Governo".

E atacou: "Um Presidente a sério devia garantir, por exemplo, que um Governo não se imiscui na capacidade de escrutínio da Assembleia da República, que foi o que vimos naquelas negociações de bastidores para terminar com os debates quinzenais. Um Presidente a sério deveria garantir que portas giratórias de um ministro das Finanças para governador do Banco de Portugal não aconteçam", atirou, acrescentando que Marcelo serve muitas vezes de "porta-voz da narrativa do Governo".

A dois meses das eleições presidenciais, marcadas para 24 de janeiro, são oito os pré-candidatos ao cargo de Presidente da República atualmente ocupado por Marcelo Rebelo de Sousa, que ainda não anunciou se irá recandidatar-se: Ana Gomes, André Ventura, Bruno Fialho, João Ferreira, Marisa Matias, Paulo Alves, Tiago Mayan e Vitorino Silva.

Apesar das manifestações de vontade, as candidaturas a Presidente da República só são válidas depois de formalmente aceites pelo Tribunal Constitucional, e após a apresentação e verificação de um mínimo de 7.500 e um máximo de 15 mil assinaturas de cidadãos eleitores, que terão de ser entregues até à véspera de Natal, trinta dias antes das eleições convocadas pelo Presidente da República.

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