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Pedro Marques tem "enorme capacidade de persistir", diz Vieira da Silva

O ministro do Trabalho disse hoje que o cabeça de lista do PS às europeias tem uma "enorme capacidade de persistir", lembrando como Pedro Marques lutava contra as adversidades no tempo em que integrava o ministério da Segurança Social.

Pedro Marques tem "enorme capacidade de persistir", diz Vieira da Silva
Notícias ao Minuto

19:26 - 16/05/19 por Lusa

Política Europeias

"Não me lembro de nenhuma vez que o Pedro Marques tenha desistido. Mesmo quando as coisas pareciam impossíveis, ele continuava a lutar, continuava a tentar", contou José Vieira da Silva, que tutelou o Ministério entre 2005 e 2009, tendo Pedro Marques como secretário de Estado.

Segundo o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, o cabeça de lista do PS às eleições europeias "tinha e tem uma característica que não é muito comum em Portugal", já que é uma pessoa "com uma enorme capacidade de persistir" e de "não desistir".

Falando durante um debate sobre a "Europa e o Pilar Social" na vila de Brito, concelho de Guimarães, Vieira da Silva recordou a altura em que o agora candidato a eurodeputado chegou ao seu gabinete, já com trabalho feito na área dos fundos europeus.

O socialista, que já tinha marcado presença em ações de campanha do PS, mas que hoje pela primeira vez discursou, fez questão de salientar que Pedro Marques "não começou agora" e que não aprendeu "por nenhuma cartilha", elogiando a seriedade do candidato.

Perante uma sala cheia, Vieira da Silva explicou que a razão pela qual considera tão importante o ato eleitoral do próximo dia 26 é por ter associada "uma escolha sobre as questões sociais", que podem ajudar a definir o futuro do país.

"Está nas nossas mãos, nas mãos de todos nós, ajudarmos a criar uma força que alargue este caminho, que alargue esta estrada de construção de uma Europa verdadeiramente social em que ninguém fique para trás e em que os frágeis sejam o centro da nossa preocupação", sublinhou.

O texto final do Pilar Europeu dos Direitos Sociais, assinado no final de 2017 em Gotemburgo, na Suécia, assenta em 20 princípios chave que defendem um funcionamento mais justo dos mercados de trabalho e dos sistemas de proteção social, nomeadamente ao nível da igualdade de oportunidades, acesso ao mercado e proteção social.

MAD // VAM

Lusa/Fim

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