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"Não penso que esta doença me deite abaixo. Acredito num desfecho feliz"

Adriano Maranhão, o português infetado com Covid-19, sublinha que, excetuando um maior cansaço, não tem os sintomas do novo coronavírus. Admite estar em choque e lamenta a falta de informação no interior do Diamond Princess.

"Não penso que esta doença me deite abaixo. Acredito num desfecho feliz"
Notícias ao Minuto

11:46 - 23/02/20 por Notícias Ao Minuto 

País Adriano Maranhão

Adriano Maranhão, de 41 anos, falou com alguns meios de comunicação portugueses através de uma chamada de videoconferência. Na manhã deste domingo chegou a confirmação de que o tripulante do cruzeiro Diamond Princess, que está ancorado no porto de Yokohama, Japão, em quarentena, está infetado com o Covid-19, sendo assim o primeiro caso de um português infetado com o novo coronavírus

Adriano admite que ainda está a interiorizar a notícia que recebeu. "Nós ainda estamos em choque", frisou, lamentando ausência de informação no interior do navio. "Toda a informação que recebo é a partir do exterior, da parte da embaixada", fez notar. 

O tripulante português realçou que não sente os sintomas associados ao Covid-19. "Sinto maior cansaço no corpo, mas não tenho os sintomas da doença. Não sei se sinto este cansaço no corpo devido ao stress da situação ou se devido ao vírus", disse. 

Adriano Maranhão demonstrou otimismo perante a situação adversa de saúde que está a enfrentar. "Não penso que este seja uma doença que me vai deitar abaixo. Estou confiante num desfecho feliz". 

Adriano referiu que, apesar de estar isolado numa cabine, tem mantido contacto com os outros portugueses da tripulação. "Eles estão bem, mas um bocado receosos. Insatisfeitos pela forma como esta situação está a ser gerida", confessou. 

O tripulante afirmou que ainda não foi contactado pelas autoridades portuguesas este domingo e sublinhou que sabe que vai ser deslocado para um hospital no Japão. Nas suas declarações, sublinhou ter um desejo. "Preferia ir para Portugal para estar de quarentena. Nem que fosse um mês, dois meses. Preferia estar num dos nossos hospitais". 

[Notícia atualizada às 12h05]

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