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EUA esperam que oferta de diálogo à Coreia avance para desnuclearização

Os Estados Unidos esperam que a oferta de diálogo que endereçaram à Coreia do Norte seja "o primeiro passo no caminho para a desnuclearização", disse hoje uma porta-voz da Casa Branca.

EUA esperam que oferta de diálogo à Coreia avance para desnuclearização
Notícias ao Minuto

18:52 - 25/02/18 por Lusa

Mundo Coreia do Norte

Em comunicado, Sarah Huckabee Sanders reitera o compromisso da Administração do Presidente Donald Trump para "alcançar a desnuclearização completa, verificável e irreversível da Península da Coreia".

Segundo a mesma porta-voz, Estados Unidos, Coreia do Sul e restante comunidade internacional concordam que a desnuclearização deve resultar de um diálogo com a Coreia do Norte.

"A campanha de pressão máxima deve continuar até que a Coreia do Norte se desnuclearize", frisou Sanders, recordando que Trump antecipa um "caminho brilhante" para Pyongyang, se o regime abdicar das armas nucleares.

Os Estados Unidos esperam agora que o regime de Pyongyang dê provas de que "está disposto a manter conversações", como deixou entender.

As duas Coreias reuniram-se à margem dos Jogos Olímpicos de Inverno, que decorreram em PyeongChang e, segundo o Governo sul-coreano, o general Kim Yong-chol, responsável do regime de Pyongyang para as relações com o vizinho, disse ao Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, que a Coreia do Norte tem "vontade suficiente de dialogar com os Estados Unidos".

Porém, tal não significa que vá dialogar diretamente com os Estados Unidos, como o demonstra o cancelamento, "à última hora", da reunião entre o vice-presidente norte-americano e uma delegação de altos funcionários norte-coreanos, igualmente à margem dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Na sexta-feira, Donald Trump anunciou novas medidas para isolar a Coreia do Norte, definindo-as como "as mais pesadas sanções já impostas contra um país", que passam por restrições a 27 empresas marítimas registadas ou sediadas em países que mantêm relações com a Coreia do Norte.

"Consideramos qualquer tipo de restrição contra nós como um ato de guerra", disse o ministro das Relações Externas da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, citado pela agência norte-coreana KCNA.

"Trump está a tentar mudar-nos através das sanções e das suas palavras hostis, o que revela ignorância sobre o nosso país. Temos as nossas próprias armas nucleares, uma espada de justiça que nos protege contra as ameaças dos Estados Unidos", avisou.

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