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Eleições para o Parlamento Europeu à porta: Quanto ganha um eurodeputado?

O salário líquido pode ultrapassar os sete mil euros. 

Eleições para o Parlamento Europeu à porta: Quanto ganha um eurodeputado?
Notícias ao Minuto

08:30 - 02/05/24 por Notícias ao Minuto com Lusa

Economia Parlamento Europeu

Um total de 17 partidos e coligações concorre às eleições para o Parlamento Europeu de 9 de junho, o mesmo número que em 2019, mas, afinal, quanto ganha um eurodeputado? O salário líquido pode ultrapassar os sete mil euros

"O vencimento mensal de um deputado ao Parlamento Europeu é de 10.075,18 euros brutos e de 7.853,89 euros líquidos, após dedução dos impostos e contribuições para os seguros da UE (valores a partir de 1 de julho de 2023). Os fundos provêm do orçamento do Parlamento", pode ler-se no site do Parlamento Europeu

Vale referir que, "tendo em conta que os Estados‑Membros podem aplicar impostos nacionais adicionais, os valores líquidos finais dependem do regime fiscal do país de origem do deputado".

E as pensões? 

Ainda segundo o Parlamento Europeu, "quando completam 63 anos, os antigos deputados têm direito a uma pensão de aposentação, em conformidade com o artigo 14.º do Estatuto dos Deputados ao Parlamento Europeu".

"O montante desta pensão ascende, por cada ano completo de exercício do mandato, a 3,5% do montante do seu vencimento e, por cada mês completo suplementar, a um duodécimo, não podendo, porém, exceder 70% no total. Os custos são suportados pelo orçamento da UE", pode ler-se.

De sublinhar que o "regime da pensão complementar, que fora introduzido em 1989 em benefício dos deputados ao Parlamento Europeu, deixou de abranger os novos deputados em julho de 2009 e está a ser progressivamente suprimido".

Quase 11 milhões de portugueses podem votar para o Parlamento Europeu

Um número estimado em 10,9 milhões de eleitores portugueses, dos quais mais de 641 mil estreantes, são chamados a participar nas europeias que no país estão agendadas para 9 de junho, divulgou o Eurostat.

De acordo com as listas afixadas no Tribunal Constitucional (TC), concorrem às eleições europeias a Aliança Democrática (coligação composta pelo PSD, CDS e PPM), PS, Chega, Iniciativa Liberal, Bloco de Esquerda, CDU (coligação PCP/PEV), Livre, PAN, ADN, MAS, Ergue-te, Nova Direita, Volt Portugal, RIR, Nós Cidadãos, MPT e PTP.

No total, são duas coligações (AD e CDU) e 15 partidos. Dos 24 partidos reconhecidos pelo Tribunal Constitucional, só quatro não vão a votos: Aliança, PCTP/MRPP, Juntos Pelo Povo (JPP) e (A)TUA (antigo PRPP).

A lista da AD é encabeçada pelo antigo jornalista e comentador televisivo Sebastião Bugalho, seguido do vice-presidente do PSD Paulo Cunha, enquanto a do PS é liderada pela ex-ministra da Saúde Marta Temido e tem como número dois o ex-líder parlamentar socialista Francisco Assis.

O Chega aposta no diplomata Tânger Correia como número um, enquanto a Iniciativa Liberal escolheu o seu antigo presidente João Cotrim Figueiredo como cabeça de lista. Também o Bloco de Esquerda apostou num ex-líder para encabeçar a sua candidatura às europeias, apresentando Catarina Martins.

A CDU (coligação integrada pelo PCP e pelo PEV), apostou no antigo líder parlamentar João Oliveira como cabeça de lista e o Livre no investigador Francisco Paupério, que concorrerá pela primeira vez a eleições. Já o número um do PAN às europeias é o dirigente do partido Pedro Fidalgo Marques.

Leia Também: Europeias. Partidos contam gastar 4,1 milhões de euros na campanha

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