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Obama critica esforços dos republicanos para revogarem Obamacare

O antigo presidente disse que é "frustrante" evitar que "os nossos líderes inflijam um sofrimento real aos seus constituintes". Insistiu que os Estados Unidos são atualmente um melhor país para se viver do que alguma vez foram.

Obama critica esforços dos republicanos para revogarem Obamacare
Notícias ao Minuto

21:19 - 20/09/17 por Fábio Nunes

Mundo Declarações

Barack Obama fez esta quarta-feira duras críticas a Donald Trump e aos republicanos no senado norte-americano pelos seus repetidos esforços para revogarem o Obamacare, o programa de saúde implementado em 2010 que garante que todos os norte-americanos têm acesso a um seguro de saúde.

Num discurso, e depois numa sessão de perguntas e respostas num evento da Fundação de Bill e Melinda Gates, em Nova Iorque, Barack Obama mostrou não compreender o objetivo das pretensões republicanas.

"Quando vejo pessoas a tentarem desfazer esse progresso duramente conquistado, pela 50ª, 60ª vez, com leis que vão subir os custos, reduzir o alcance e retirar proteções para os americanos mais velhos e pessoas com condições de saúde pré-existentes... é irritante", disse.

O antigo líder norte-americano insistiu que é preciso continuar a resistir aos esforços para revogar o Obamacare.

"Pode ser frustrante termos de mobilizar-nos quase todos os meses para evitar que os nossos líderes inflijam um sofrimento real aos seus constituintes", afirmou.

Barack Obama defendeu a reforma no sistema de saúde que a sua administração implementou, já que "mais de 90% dos norte-americanos sabem agora o que é ter um seguro de saúde". Acrescentou ainda que para cidadãos de outros países a discussão em torno do sistema de saúde não deve fazer sentido. "Os que vivem em países onde têm acesso universal ao sistema de saúde estão a tentar perceber qual é a controvérsia aqui. Eu também estou", referiu perante a risada geral da plateia.

Apesar destas críticas, Obama mostrou o seu habitual optimismo face ao momento atual dos Estados Unidos, realçando que o país está melhor do que "há 50 anos atrás, até do que há dez anos atrás".

"Se pudesse escolher em que altura nascer e viver, seria agora. O mundo nunca foi tão saudável, tão rico e menos violento do que é agora, apesar dos vários conflitos que decorrem", destacou.

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