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Presidente da Nigéria quer acabar com roubo sistemático de petróleo bruto

O Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, anunciou hoje que reforçou a segurança no país para acabar com o roubo generalizado de petróleo bruto, uma semana após a prisão de um superpetroleiro ao largo da Guiné Equatorial.

Presidente da Nigéria quer acabar com roubo sistemático de petróleo bruto
Notícias ao Minuto

19:12 - 19/08/22 por Lusa

Mundo Nigéria

Líder na produção de petróleo bruto em África, a Nigéria perde diariamente centenas de milhares de barris roubados no mar ou desviados de oleodutos para serem revendidos no mercado negro.

"Não permitiremos que quaisquer criminosos tenham acesso ilimitado ao suprimento de petróleo bruto do país", disse Buhari.

"Assim, ordenei às nossas agências de segurança que ponham fim rapidamente às atividades desses vândalos no delta do (rio) Níger", no sudeste, assegurou num comunicado.

O Presidente Buhari falou de uma cooperação "reforçada e mais estreita" com os países vizinhos, ao largo dos quais os navios se procuram "esconder" depois de roubar petróleo da Nigéria.

Em 08 de agosto, na costa de Port Harcourt (sudeste), capital petrolífera da Nigéria, um superpetroleiro com capacidade de três milhões de barris suspeito de participar no tráfico ilegal fugiu após se recusar a cumprir o que lhe foi pedido, anunciou na quarta-feira a Marinha nigeriana.

O superpetroleiro "MT Heroic Idun" emitiu então um "alarme falso" de ato de pirataria a bordo para "justificar" a fuga, tendo sido capturado em 12 de agosto ao largo da Guiné Equatorial, ainda segundo a Marinha.

Na terça-feira, o procurador-geral da Guiné Equatorial, Anatalio Nzang Nguema, confirmou a detenção do navio e da sua tripulação por "navegar nas águas marinhas da Guiné Equatorial sem autorização e sem bandeira para identificar o país".

Questionado sobre o assunto pela televisão estatal da Guiné Equatorial (TVGE), Nguema disse que a tripulação era composta por 25 membros, incluindo 16 indianos, sete cingaleses, um polaco e um filipino.

Leia Também: Protestos na Nigéria após recusa de moção de censura contra presidente

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