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Rússia nega acusações de violência sexual na Ucrânia

Os apelos para acabar com a violência sexual na Ucrânia foram feitos pelos EUA e pela Europa, segunda-feira, durante a reunião do Conselho de Segurança.

Rússia nega acusações de violência sexual na Ucrânia

A Rússia negou as alegações de violência sexual feitas esta segunda-feira durante o Conselho de Segurança da ONU.

Os apelos para acabar com a violência sexual na Ucrânia foram feitos pelos EUA e pela Europa durante a reunião organizada pela Albânia, que atualmente detém a presidência rotativa do Conselho.

“Cabe à Rússia parar as violações, a violência e as atrocidades dentro das suas trincheiras”, disse a embaixadora dos EUA, Linda Thomas-Greenfield, na reunião.

“Cabe à Rússia acabar com esta guerra sem escrúpulos e não provocada contra o povo da Ucrânia, e pedimos à Federação Russa que faça exatamente isso”, acrescentou.

Já o presidente do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, denunciou “atrocidades” da Rússia na Ucrânia e disse que “estes crimes devem ser e serão punidos. Para responsabilizar os responsáveis, precisamos de provas e agora estamos a ajudar a recolher as provas”, sublinhou.

Depois de ouvir as acusações, embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia negou as alegações de violência sexual por parte das forças russas na Ucrânia - sublinhando que não havia "provas" disso, de acordo com comentários citados pela agência AFP.

As acusações de violência sexual contra o exército russo tornaram-se repetitivas… mas nenhuma prova foi fornecida”, referiu o responsável russo.

Por fim, Pramila Patten, Representante Especial na ONU para a Violência Sexual em Conflitos, pediu que os crimes de violência sexual sejam “refletidos em última instância” em qualquer acordo de paz relacionado à guerra da Rússia na Ucrânia.

“Isso inclui garantir que os perdões para crimes de violência sexual devem ser explicitamente proibidos”, afirmou.

Até ao dia 3 de junho, a ONU recebeu relatórios de 124 denúncias de violência sexual relacionada com conflitos em toda a Ucrânia.

Leia Também: Líder separatista confirma morte de general russo

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