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EUA: Após adiamento, primeira execução em 17 anos vai mesmo acontecer

A execução de Daniel Lewis Lee, que matou um casal e da sua filha de oito anos, estava marcada para segunda-feira mas foi adiada.

EUA: Após adiamento, primeira execução em 17 anos vai mesmo acontecer

Um dia depois de uma juíza de um tribunal de Washington ter ordenado um bloqueio, o Supremo Tribunal norte-americano autorizou hoje as primeiras execuções de prisioneiros federais condenados à morte em 17 anos, diz a BBC.

Recorde-se que, pelo menos, quatro execuções foram adiadas por um tribunal de Washington, por causa de questões legais com o Departamento de Justiça. Os condenados à morte argumentaram, por exemplo, que o governo planeava utilizar apenas o medicamento pentobarbital nas execuções, o que "representa um risco significativo de grande dor o que é inconstitucional".

Os condenados "não fizeram o necessário para justificar a intervenção de última hora de um tribunal federal", indica a decisão divulgada hoje do Supremo, que adianta "anular a imposição preliminar do tribunal distrital" e que "as execuções podem ocorrer como previsto".

O Departamento de Justiça recorreu ao Supremo Tribunal após ter sido rejeitado por um tribunal de apelo o seu recurso em relação à decisão de uma juíza federal que suspendeu as execuções face a recursos de última hora.

Uma delas, a do triplo homicida Daniel Lewis Lee (na imagem acima), estava marcada para segunda-feira, através de injeção letal numa prisão federal no Estado de Indiana.

Daniel Lewis Lee, um supremacista branco, foi condenado à morte por matar três membros da mesma família, em 1996, incluindo uma criança de oito anos. A execução em Terre Haute, Indiana, seria a primeira realizada a nível federal desde 2003.

Há quatro execuções agendadas para este mês de julho e para agosto, num revés jurídico nos Estados Unidos, em que os condenados à morte voltam a ser executados, algo que não acontecia há quase duas décadas. As execuções federais de condenados à morte, interrompidas desde 2003, deviam ter recomeçado na segunda-feira incentivadas pela administração do presidente Donald Trump.

A administração norte-americana fala em restituição às famílias das vítimas, mas alguns familiares não concordam com as execuções.

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