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Os 'flexis' estão na moda. Eis tudo o que deve saber para ser um

Numa altura em que tantos rótulos se dão à alimentação, eis que surge mais um e que (finalmente) encontra o equilíbrio. Falamos, claro, do flexitarianismo.

Os 'flexis' estão na moda. Eis tudo o que deve saber para ser um
Notícias ao Minuto

07:07 - 24/09/17 por Daniela Costa Teixeira

Lifestyle Livro

Não é vegetariano, mas são escassas as vezes em que come carne ou peixe. Esta é, de uma forma muito simples, a melhor maneira de descrever um flexi.

Flexi é o nome dado aos adeptos do flexitarianismo, um estilo alimentar que está na moda e que pauta pelo equilíbrio na escolha dos alimentos, dando, assim, vida a um plano alimentar que favorece o vegetarianismo, mas que, ao mesmo tempo não exclui as proteínas de origem animal.

"Na verdade, [esta dieta] é muito parecida dom a dieta dos nossos bisavós, que comiam cereais, legumes e vegetais e deixavam a carne para as celebrações importantes, portanto, a dieta mediterrânea também é uma dieta flexitariana".

A explicação é-nos dada por Adam Martín, jornalista especializado em nutrição e autor do recém lançado em Portugal 'A Cozinha Flexi - Vegetarianismo flexível: um novo estilo de vida', que chega às livrarias pela mão da Arena, chancela da Penguin Random House.

Ao longo do livro - que conta com receitas para um plano alimentar de 21 dias -, Adam explica como ser flexi "proporciona-nos um álibi agradável para podermos descontrair um pouco e não termos de transformar a nossa dieta numa religião ou numa fonte de dogmatismo".

Para o autor, o rigor deve ser parte presente num regime alimentar, mas jamais deve ser a única regra a seguir, especialmente na dieta flexi, que, tal como o diminutivo indica, quer-se flexível.

Os básicos do flexitarianismo

Também denominada de vegetarianismo flexível, esta dieta alimentar permite a inclusão de todos os alimentos, desde, claro, que sejam saudáveis. Mas o principal foco está mesmo na maior ingestão de alimentos de origem vegetal.

"O que era o complemento do prato - aqueles quatro vegetais - agora será o protagonista absoluto e o que antes ocupava mais espaço, agora será substituído por outros alimentos e estará presente em quantidade muito menor", explica o autor no livro, que chegou às livrarias no passado dia 20.

Uma vez que uma alimentação saudável deve assegurar a ingestão de proteínas de alto valor biológico - como são aquelas de origem animal -, Adam dá a conhecer as alternativas vegetais mais saudáveis para que o organismo não fique em momento algum privado do nutriente.

Além da carne, do peixe, dos ovos e dos produtos lácteos, "há muitos produtos que podem proporcionar-mos proteína de alto valor biológico". E não faltam exemplos no livro: tempeh, seitan (quando preparado com molho de soja), tofu, quinoa, o amaranto, etc.

Mas se é preciso ser flexível no que diz respeito à escolha dos alimentos, o mesmo podemos dizer à forma como são confecionados, contudo, a ingestão dos alimentos no seu estado natural (cru) ou cozinhados são as alternativas mais certeiras para uma dieta saudável. "Algumas substâncias, como o licopeno do tomate, são mais aproveitadas se forem cozinhadas", explica, salientando que "o melhor é conjugar pequenas quantidades de produtos frescos com alimentos cozidos e obter assim o melhor de dois mundos".

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