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Modo de andar indica com que frequência elas têm orgasmos

Um novo estudo afirma que é possível saber muito sobre o histórico de orgasmos vaginais de uma mulher observando apenas a forma como caminha.

Modo de andar indica com que frequência elas têm orgasmos
Notícias ao Minuto

08:00 - 03/12/19 por Notícias Ao Minuto 

Lifestyle Sexo e orgasmo

O estudo coordenado por Stuart Brody, da Universidade West of Scotland, na Escócia, em colaboração com investigadores belgas, envolveu 16 estudantes. As voluntárias completaram um questionário sobre o seu comportamento sexual e foram filmadas a partir um veículo à distância enquanto caminhavam em locais públicos. Posteriormente, as filmagens foram avaliadas por dois professores de sexologia e por dois investigadores assistentes treinados na abordagem funcional da sexologia, os quais não estavam cientes do histórico orgástico das mulheres.

Os resultados do estudo, publicado no periódico científico The Journal of Sexual Medicine, revelaram que os sexólogos detentores de treino adequado foram capazes de inferir corretamente sobre o orgasmo vaginal através da observação da maneira que as mulheres andavam em mais de 80% das vezes. Uma análise posterior revelou que a soma do tamanho do passo e rotação vertebral foram maiores para as mulheres que tinham orgasmos vaginais. “Isso pode refletir o fluxo energético livre e sem bloqueios desde as pernas, passando pela pélvis até à coluna”, escreveram os autores.

Há várias explicações plausíveis para os resultados constatados no estudo. Uma delas refere que possivelmente são as características anatómicas da mulher que podem predispor para uma tendência maior ou menor de experimentarem orgasmos vaginais. De acordo com Stuart “músculos pélvicos bloqueados que podem estar associados com deficiências psicossexuais e podem prejudicar tanto a resposta dos orgasmos vaginais quanto a maneira de andar” além do mais, mulheres que tem orgasmos vaginais podem sentir-se mais confiantes sobre a sua sexualidade, o que pode refletir no seu caminhar. “Tal confiança pode também dever-se às relações que as mulheres tiveram devido ao facto específico de que orgasmos pénis-vagina estão associados com índices de melhor qualidade na relação”, disseram os autores. Pesquisas anteriores já haviam associado orgasmos vaginais com uma melhor saúde mental.

O estudo apoia algumas suposições de uma ligação entre bloqueios musculares e função sexual, de acordo com os académicos. Concluindo que tal pode dar alguma credibilidade à ideia de que incorporar treinos de movimento, respiração e padrões musculares no tratamento da disfunção sexual pode funcionar.

“Mulheres com disfunção orgástica devem ser tratadas de uma maneira multidisciplinar”, disse Irwin Goldstein, editor-chefe da The Journal of Sexual Medicine. “Mesmo que pequeno, este estudo ilumina o potencial de terapias múltiplas como a terapia de artes expressivas incorporando movimento e fisioterapia focando no assoalho pélvico". 

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