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'A Pipoca Mais Doce' recorda momentos difíceis após nascimento da filha

Ana Garcia Martins foi mãe pela segunda vez há um mês. A pequena Benedita nasceu prematura e teve que ficar uns dias no hospital.

'A Pipoca Mais Doce' recorda momentos difíceis após nascimento da filha
Notícias ao Minuto

07:06 - 16/08/18 por Marina Gonçalves 

Fama Ana Garcia Martins

Foi através do blogue que Ana Garcia Martins, mais conhecida como 'A Pipoca Mais Doce', falou abertamente sobre o nascimento da filha, a pequena Benedita, partilhando os momentos difíceis que passou.

Há um mês eu estava a chorar. […] Foi assim que passei o dia - esse e os seguintes - desde que a Benedita nasceu e a levaram para a incubadora. Eu já sabia que ela ia nascer mais cedo, a probabilidade de isso acontecer era grande, estava preparada, não era novidade”, começou por escrever. “A hipótese de ter um bebé e de o levarem logo de seguida para uma incubadora, não estava nos meus planos. Mas foi o que aconteceu. A pediatra da Benedita começou a preparar-me ainda antes da cesariana, mas achei sempre que não, que mesmo sendo prematura ia nascer fresca e fofa, pronta para a vida, tal como o irmão. Só que afinal não”, acrescentou, recordando logo de seguida os momentos após o nascimento da menina.

“No bloco de partos pude olhar para ela um ou dois minutos, talvez menos. Depois levaram-na e começaram os dias mais difíceis da minha vida. Ter um bebé e não poder ficar com ele, a inspeccioná-lo até ao mais ínfimo pormenor, é de dar cabo de nós. Fui para o recobro, depois para o quarto, e aquela sensação de vazio não me largava da mão. Nem do coração. No meu quarto não havia berço, não havia um bebé, já nem sequer havia uma grávida. Só mesmo alguém acabado de ter um filho e sem ninguém para dar colo. Queria vê-la, mas só me deixavam levantar dez horas depois da cesariana. Que aproveitasse para descansar, diziam-me. Mas eu não queria descansar, como é que eu podia descansar sem pôr os olhos na minha filha, sem saber ao certo como estava? Queria pegar em mim e largar a correr para a neonatologia, só para poder olhar para ela. Não podendo ir eu, pedia ao pai que fosse, que lhe fizesse companhia, afligia-me a ideia de a ter lá sem ninguém. Da primeira vez que voltou, com o telemóvel carregado de fotos, avisou-me que talvez me fizesse impressão. Não quis saber, quis ver na mesma. E o coração voltou a partir-se quando a vi, tão pequenina, com fios a sair por todo o lado”, lembrou.

Na mesma publicação, Ana Garcia Martins contou que mais tarde, nesse mesmo dia, conseguiu visitar a filha na incubadora. “Engoli as dores, engoli o choro e fui. […] Ao chegar, o primeiro impacto foi brutal. A incubadora, as máquinas, os monitores, os alarmes e ela ali, mínima, no meio daquele aparato todo. Não podia pegar-lhe, mas podia pôr a mão dentro da incubadora e fazer-lhe festinhas nos bocadinhos de pele que tinha à mostra. Não chegava, era pouco, mas era o que podia ser”.

A blogger recordou ainda que teve que esperar para conseguir pegar na filha ao colo. “Um ou dois dias depois, deixaram-me deitar a bebé no peito por uma ou duas horas, para fazer contacto pele com pele, e pensei seriamente arrancar-lhe os fios todos e fugir com ela. Até porque depois disso puseram-lhe um cateter e não pude voltar a pegar-lhe durante uma semana”, disse.

Entretanto, Ana Garcia Martins teve alta, mas teve que ir para casa sem a bebé, uma vez que a menina ficou internada. “Ver esse dia chegar foi aterrador. [...] Tive alta a seguir ao almoço e instalei-me na neonatologia, onde os pais podem estar 24 horas por dia. Fiquei por lá até às nove ou dez da noite, sempre a adiar o momento de ir para casa. Saí de lá em lágrimas, fui todo o caminho em lágrimas, cheguei a casa e continuei em lágrimas. Porque não é assim que nos imaginamos a chegar depois de termos um bebé. Olhar para o berço, para o carrinho, para todas as coisas que preparámos, e não ter o bebé connosco, é uma coisa duríssima. Foi, sem dúvida, um dos momentos mais tristes da minha vida. Os dias seguintes foram passados de forma sempre igual”.

No mesmo texto, a blogger confessa que ficou “um bocadinho dividida” quando os médicos começaram a falar na alta hospitalar da filha. “Por um lado, era a o que mais queria no mundo e era sinal de que a Beni já estava bem. Por outro, era o medo de deixar aquela segurança. Os fios e monitores ao início eram absolutamente assustadores. Acho que tive uns 25 enfartes de cada vez que alguma coisa apitava e eu não percebia o que era. Mas, ao fim de pouco tempo, já percebemos. […] Eu passava a vida a dizer que queria muito ir para casa mas poder levar as máquinas, os médicos, as enfermeiras e as auxiliares e enfiá-los todos num quartinho, só naquela de me sentir mais segura”.

No entanto, agora a pequena Benedita já está em casa e a figura pública não podia estar mais estar mais feliz por ter a menina consigo.

“Agora que tenho a Beni aqui a dormir ao meu lado e em que posso estrafegá-la com abraços e beijinhos sempre que me apetece, parece que foi numa outra vida que passámos por isto. […] A Benedita faz um mês e está tudo mais calmo, tive vontade de contar o que nos aconteceu”, rematou.

Recorde-se que a pequena Benedita é fruto da relação de Ana Garcia Martins com Ricardo Martins Pereira. Ambos são ainda pais de Mateus, de cinco anos. 

Leio o texto na íntegra aqui

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