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"Terceira vaga da pandemia tem sido muito mais intensa", reforça Leão

O ministro das Finanças deixou uma "nota de apreço" aos portugueses, destacando, em particular, os profissionais de saúde e os trabalhadores e empresários. 

"Terceira vaga da pandemia tem sido muito mais intensa", reforça Leão

O ministro de Estado e das Finanças, João Leão, admitiu, esta terça-feira, que a terceira vaga da pandemia da Covid-19 está a ser "muito mais intensa" do que se esperava, o que deverá levar a uma revisão em baixa das previsões económicas para este ano.

"A terceira vaga da pandemia tem sido muito mais intensa do que o esperado. Tem tido consequências devastadoras", disse o ministro das Finanças, no Parlamento, deixando uma "nota de apreço" aos portugueses, sublinhando em particular os profissionais de saúde e os trabalhadores e empresários.

Perante um impacto mais forte do que o esperado, no arranque deste ano, Leão alerta que será necessário "rever significativamente o cenário macroeconómico e rever em alta o défice para 2021", mas mostrou-se confiante numa "recuperação muito intensa" na segunda metade do ano, contando, para este efeito, com as vacinas.

Os apoios vão manter-se enquanto durar a pandemia. Não vamos deixar ninguém ficar para trás

Relativamente ao ano passado, Leão destacou que a quebra da economia não foi mais acentuada por causa do segundo semestre. "Importa a nível europeu ter em conta que os países do sul da Europa foram mais afetadas pela pandemia devido à importância do turismo", afirmou.

João Leão adiantou ainda que Portugal colocou em prática apoios "sem precedentes" à economia e destacou a evolução favorável do mercado de trabalho. "Os apoios vão manter-se enquanto durar a pandemia. Não vamos deixar ninguém ficar para trás", reforçou ainda o ministro das Finanças.

No final do mês passado, recorde-se, o Ministério das Finanças admitiu rever em baixa as previsões económicas para este ano, perante uma vaga "mais intensa" do que o previsto, com o novo confinamento.

Na proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) que entregou no parlamento em outubro, o Governo aponta para um défice orçamental de 4,3% em 2021, estimando ainda que a economia cresça 5,4%, depois de em 2020 ter entrado em terreno negativo.

[Notícia atualizada às 15:40]

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