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Exposição de Michael Biberstein prolongada até 16 setembro na Culturgest

A exposição retrospetiva da obra do artista plástico suíço-americano Michael Biberstein (1948-2013), com os temas que inspiraram o artista, que deveria encerrar no domingo, em Lisboa, vai ser prolongada até 16 de setembro, anunciou hoje a Culturgest.

Exposição de Michael Biberstein prolongada até 16 setembro na Culturgest
Notícias ao Minuto

18:00 - 07/09/18 por Lusa

Cultura Amostra

A exposição patente na Galeria 1 e 2 da Culturgest, em Lisboa, inaugurada a 18 de maio, é a primeira retrospetiva do trabalho de Michael Biberstein realizada em Portugal, desde a exposição apresentada na Fundação Calouste Gulbenkian, em 1995.

A mostra reúne desenhos, pintura e escultura, e intitula-se "Michael Biberstein: a difícil travessia dos Alpes".

Organizada de forma não-cronológica, mas sim segundo os temas que motivaram o artista - a linguagem da pintura, a espacialidade e a escala, a relação com a paisagem como dispositivo histórico -, a exposição espalha-se pelas duas galerias da Culturgest.

Michael Biberstein, nascido em Solothurn, na Suíça, em 1948, morreu no Alandroal, em 2013. Foi um artista suíço-americano que viveu mais de três décadas em Portugal.

Falecido aos 65 anos, teve uma carreira diversa, o que contribuiu para o seu vasto espólio.

"Aquilo que mais espanta no primeiro contacto com a sua obra é a imensidão dos seus céus, das suas paisagens únicas e etéreas. O exemplo máximo da grandiosidade dos seus trabalhos é o sublime teto da Igreja de Santa Isabel, em Campolide [Lisboa], ao qual dedicou quatro anos da sua vida", indicava um texto da Culturgest, quando a mostra foi inaugurada.

Esta foi também a última obra de Biberstein, que faleceu antes de a completar.

O artista dizia que as paisagens que pintava não existem em lado algum, que vinham da sua cabeça, e que criava paisagens da pintura através de pintura de paisagem.

"Observar um quadro deste artista torna-se uma autêntica experiência do belo. A beleza era, por isso, algo igualmente importante para Biberstein, que a entendia como um veículo para pensar e refletir sobre a morte", descrevia o mesmo texto.

A exposição tem curadoria de Delfim Sardo, responsável pela programação de artes plásticas da Culturgest.

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