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PCP promete colocar agricultura na discussão

O secretário-geral do PCP prometeu hoje que o partido vai colocar também a agricultura na discussão sobre o Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), salientando a necessidade de convergência de democratas e patriotas, apesar das diferenças.

PCP promete colocar agricultura na discussão
Notícias ao Minuto

13:44 - 23/10/14 por Lusa

Política OE2015

"No quotidiano, há esta saudável relação com uma organização com a qual, obviamente, temos diferenças, mas a franqueza e seriedade com que tratamos os problemas, tem reflexos positivos para os agricultores - mas não só -, para o país. Acho que isto é saudável, essa tal convergência de que muitas vezes falamos, de democratas, patriotas, organizações, instituições que estão interessados e tão preocupados com o seu país como nós", disse Jerónimo de Sousa, após reunião com a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (CONFAGRI).

Os comunistas asseguram ir "transportar até à Assembleia da República preocupações e até propostas, no quadro agora do Orçamento do Estado", sendo "a fiscalidade para o setor cooperativo uma questão que vai estar em cima da mesa".

"Temos procurado, através de requerimentos e perguntas, tanto na Assembleia da República e como no Parlamento Europeu, levantar questões de fundo. Agora a prioridade tem a ver com a discussão do Orçamento do Estado e aí encontraremos matéria para levar o conhecimento desta matéria ao próprio orçamento", reforçou o líder do PCP.

Segundo Jerónimo de Sousa, os agricultores confrontam-se "com as grandes superfícies que, não só dominam, como determinam muitas vezes essa política de escoamento, dos preços e das vendas, num combate profundamente desigual".

"A maior preocupação é sempre a nova reforma da PAC que nós temos de agilizar e analisar em profundidade. O 'greening' [limitações a favor da sustentabilidade ambiental] é uma das coisas que, principalmente ao setor leiteiro, vai mexer muito com as ajudas à produção. A produção leiteira, no norte, centro e também no sul, tem de ter duas culturas seguidas ou três alternadas. Caso não aconteça, tem de deixar corredores com 7% das suas parcelas em pousio. Temos a consciência de que tem de se dar a volta a isto", observou o presidente da CONFAGRI, Manuel dos Santos Gomes.

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